A moda das Escape Rooms
O nosso conceito é mesmo pensado para que qualquer pessoa possa jogar, seja de qualquer faixa. Cada um consegue explorar o que está lá dentro e avançar no jogo, encontrando pistas e códigos. A nossa preferência pela história portuguesa aconteceu muito naturalmente, não penso que tenha sido algo planeado a longo prazo, surgiu de forma espontânea.
Quais são as salas que optaram?
-A primeira sala que nós escolhemos foi de facto a Introdução a uma Sociedade Secreta que é a mais generalista de todas. Depois, o Mistério de Fernando Pessoa foi uma sala que foi aqui criada de raiz pela equipa da Boost. Portanto os enigmas foram pensados por nós assim como a própria sala foi desenhada por nós. E ainda a terceira sala sobre o terramoto de 1755, e lá está, continuamos aqui um bocadinho no tema de lisboa, porque vimos que também puxava pelas pessoas e que despertava o interesse do público.
Porque considera que as Escape Rooms estão a ser um “fenómeno” que está a apresentar uma tão grande evolução?
-Há imensas pela cidade de Lisboa, de muitas empresas diferentes (risos). A partir do momento em que uma coisa fica popular, depois toda a gente quer replicar o conceito e é por isso que elas aparecem como se fossem cogumelos, aparecem por todo o lado (risos). Não sei muito bem o porquê da trend, mas ao mesmo tempo é porque é uma experiência diferente, é uma hora passada de forma diferente. Não é como ir ao cinema, ou ir a um concerto, ou ir ao teatro.
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