PROJETO OVNI - PORTUGUÉS Projeto Ovni português | Page 63

Aqueles povos que aceitam este mundo cheio de dor e sofrimento como o único possível, que se submetem ao poder da matéria por medo e temor ou se deixam seduzir pela ilusão de uma vida fácil, cheia de dita e conforto; que aceitam uma cultura democrática corrupta, rejeitando a liderança do mais nobre; que proscrevem todo movimento realmente nacionalista; que satanizam os fascismos; que aceitam a globalização; que utilizam os empréstimos como modelo econômico; que, por um sentimento falso de amor tolerante, promovem a aceitação gradual de todas as condutas aberrantes, e não se duvide, são dirigidos por agentes do sistema, vendidos ao poder multinacional do dinheiro, deixando-se induzir pela propaganda do sistema, que está nas mãos de grandes corporações financeiras e midiáticas, cujas cúpulas são doutrinadas desde lojas fechadas, como a maçonaria que, por sua vez, é dirigida por sacerdotes e mestres que, em última instância, pretendem ganhar um lugar no “céu”, elevando-se às custas da dor e sofrimento do homem; todas essas macroestruturas, já não nações, sem dúvida, seriam controladas por poderosas forças telepáticas que emanam de Chang Shambala. É a guerra essencial entre os guerreiros do pacto de sangue e os sacerdotes do pacto cultural; guerra que, em várias ocasiões, desceu dos céus e se atualizou na terra, deixando, em sua passagem, civilizações inteiras sob as águas. Quem será capaz de compreender agora, que poderosos alienígenas Nephilim e sua paixão pela mulher de carne, vindos de outro universo, nos controlam com o único afã de experimentar na matéria as “delícias” da obra carnal? Nephilim e sua paixão pela mulher de carne Respondamos com outra pergunta: não se afirma em Gênesis, 6, que, vendo os anjos que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, escolhendo entre todas? Outras versões da bíblia falam de “filhos de Deus”, em vez de “anjos”, e outras, mais fidedignas, de “Serafim Nefilim”, em vez de “filhos de Deus”. O que querem esconder? Pois, que há uma guerra essencial, e que, como homens, devemos tomar partido; ou em seu defeito, ficarmos no cercado do anonimato e da mediocridade de uma sociedade afeminada e pusilânime, incapaz de ver além de seus narizes, enquanto o mundo se dirige para uma catástrofe, de mãos com a miséria, a dor e o sofrimento da humanidade.