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Oque pode fazer

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Arqueologia subaquática Estudar sítios, objetos e vestígios humanos submersos em rios, lagos, mares e oceanos.

Consultoria Prestar assessoria a empresas públicas e privadas para definir as características da ocupação em locais predeterminados e fazer relatórios arqueológicos.

Educação Promover atividades para a preservação de recursos patrimoniais e de turismo cultural. Atuar em feiras de divulgação científica, museus e unidades de conservação.

Exploração Atuar em campo, determinando a necessidade de escavação e recolhendo materiais para pesquisa.

Licenciamento Fazer acompanhamento arqueológico em terrenos que serão ocupados por grandes obras, como empreendimentos imobiliários, estações de metrô, hidrelétricas, parques eólicos, entre outras.

Pesquisa Analisar, em centros de pesquisa ou laboratórios, materiais e objetos coletados em campo e elaborar relatórios.

Mercado de Trabalho

O mercado para este bacharel se mantém aquecido nos últimos anos graças a uma portaria do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), de 2000, que determina que pesquisas arqueológicas devem fazer parte dos estudos de impacto ambiental de grandes obras – como a construção de uma hidrelétrica.

Assim, para ela ser liberada, um arqueólogo precisa assinar um laudo atestando que não causará danos ao patrimônio histórico ou arqueológico daquele lugar. Este é o setor que mais emprega profissionais atualmente, superando a carreira acadêmica, tradicional área de atuação do arqueólogo.

A descoberta de novos sítios arqueológicos, em função dessa portaria, também acaba criando demanda por profissionais para trabalhar com turismo. Depois de descobertos e devidamente estudados, muitos sítios são abertos para visitação, e os arqueólogos são contratados para administrar o espaço, organizar a exposição do acervo arqueológico e ministrar cursos e palestras aos turistas.

Existe boa demanda também em órgãos públicos, como o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), para realização de pesquisa e exploração de sítios arqueológicos. Praticamente todos os estados brasileiros carecem de arqueólogos.