MERCADO HONG KONG
HONG KONG MARKET
A economia de Hong Kong cresceu 3,9% nos três primeiros trimestres de 2017, depois de crescer 2% em 2016. O Governo prevê o crescimento económico de Hong Kong em 3,7% em 2017.
Com uma área de 1.104 km2, mais de 7 milhões de habitantes, uma localização central no leste da Ásia e uma China Continental em rápido crescimento, a Região Administrativa Especial de Hong Kong é um centro internacional de negócios, comércio e finanças. Com base na sua política económica tradicional de mercado livre, Hong Kong desenvolveu-se numa economia de serviços moderna, vibrante e cosmopolita, subjacente ao papel da cidade como uma plataforma de negócios global.
Em termos dos rankings mundiais, Hong Kong posicionou-se em 2016 na 5ª posição como exportador e no 7º lugar enquanto importador.
Os principais destinos de exportação de Hong Kong são a China, os Estados Unidos, a Índia, o Japão, Reino Unido, a Tailândia e a Suíça.
As importações de bens cresceram 5,8% no terceiro trimestre, após o crescimento de 6,4% no segundo trimestre. As importações para reexportações subsequentes também cresceram a um ritmo bastante similar no terceiro trimestre. O restante, as importações retidas, referentes às importações para uso local, que representaram cerca de um quarto das importações totais, cresceram 4,5% no terceiro trimestre.
As origens principais de importação de Hong Kong são a China, o Japão, a Coreia do Sul, os Estados Unidos, Suíça, Índia e a Malásia, ficando Portugal na 52ª posição.
As importações cresceram principalmente em: maquinaria, aparelhos e eletrodomésticos, e acessórios eléctricos (14,5 por cento); máquinas de escritório e máquinas automáticas de processamento de dados (14,3 por cento); e artigos diversos, principalmente joalharias, e ourivesarias (14,8 por cento). No entanto, registou-se uma diminuição no valor das importações de aparelhos e equipamentos de gravação e reprodução de som e telecomunicações (-2,1 por cento).
Com base nos dados do INE, 560 empresas portuguesas efectuaram exportações de produtos para Hong Kong, em 2011, prevendo-se um aumento para os anos seguintes, ocupando as Máquinas e Aparelhos eléctricos um total de 36,9%.
A eficiência regulatória e a abertura ao comércio global apoiam fortemente a actividade empresarial. A interacção com a China tornou-se mais intensa através de vínculos financeiros e outros vínculos fortalecidos não económicos, e Hong Kong é, de longe, o ponto de passagem mais significativo para as exportações e importações para e da China.
O comércio é extremamente importante para a economia de Hong Kong. O valor das exportações e importações em conjunto equivale a 400% do PIB. A taxa de tarifa média aplicada é zero por cento. Hong Kong é muito aberto ao comércio e ao investimento global. O ambiente regulatório e jurídico financeiro foca-se na garantia da transparência e na aplicação de normas mínimas prudentes. Não existem restrições aos bancos estrangeiros, os quais são tratados da mesma forma que os bancos nacionais.
De um modo geral, as mercadorias podem ser importadas livre- mente, desde quee acompanhadas daa documentação exigida
FEIRA E MERCADO / TRADE SHOW AND MARKET
17 > AIPI Janeiro18 www.aipi.pt