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4.Atrofia

No espaço, a falta de atividade muscular em um ambiente sem gravidade logo leva à atrofia muscular (os músculos começam a ficar menores e mais fracos). Com o tempo, até mesmo a espinha e os ossos ficam mais fracos, porque eles não precisam mais suportar nenhum peso.

Para combater essa degeneração e manter a sua massa muscular a tripulação da Estação Espacial Internacional é obrigada a fazer atividades físicas em uma academia espacial durante duas horas e meia por dia.

5.Flatulência (pum)

A flatulência é muito mais do que apenas um mau cheiro. Ela produz quantidades significativas de metano e hidrogênio, ambos gases inflamáveis. A segunda parte do problema é que o alimento consumido no espaço é muito diferente da dieta que comemos aqui na Terra. Pesquisas revelaram que a comida com a qual os primeiros astronautas eram alimentados causavam gases, e essa desenfreada flatulência era tida como um risco de explosão muito real. Por isso, alguns pobres cientistas tiveram de analisar os gases dos viajantes a fim de criar uma dieta que causasse menos deles. Atualmente, a flatulência não é tratada como um risco para a vida no espaço.

6.Danos ao cérebro

Viver no espaço pode ser bem perigoso para o cérebro. O vilão é a radiação cósmica, que essencialmente faz do espaço um grande forno de micro-ondas de baixa intensidade eternamente ligado. A atmosfera da Terra nos protege da radiação cósmica. Porém, uma vez que você está fora dela, não há proteção efetiva. Quanto mais tempo uma pessoa passa no espaço, mais o seu cérebro é afetado pela radiação. Entre outras coisas, isso pode acelerar o aparecimento da doença de Alzheimer.

7.Micróbios

Mofo, micróbios, bactérias e fungos são um problema sério no espaço. Quando em grandes quantidades, podem danificar determinados equipamentos, além de causar riscos à saúde de seus ocupantes. Não importa quão bem os locais são desinfetados antes de saírem da atmosfera, essas criaturinhas sempre encontram uma maneira de sobreviver.

Uma vez no espaço, eles param de agir como micróbios comuns e se desenvolvem na umidade e eventualmente acabam se condensando em glóbulos flutuantes de água infestada de micróbios. Isso faz deles um terrível perigo para a tripulação e para a própria estação espacial, se as medidas de segurança apropriadas não forem aplicadas.

CONCLUSÃO:

Após toda a pesquisa que fizemos no decorrer do trabalho, pudemos adquirir bastante conhecimento sobre o tema, a vida dos astronautas no espaço e os efeitos da microgravidade no corpo humano.

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