O Mocho Ano 2 - Número 10 - outubro 2014 | Page 41

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Vamos escrever...

Recorrendo aos seus pós mágicos, o anão faz aparecer prédios numa rua onde não havia casas, só pessoas a dormir na rua.

Anão: Ana, enquanto eu trato do interior das casas, com a ajuda desta chave mágicca, abre as mercearias que encontrares pelo caminho e vai buscar comida para eles.

Ana ( entusiasmada): Boa ideia… Vou já tratar disso…

Enquanto o anão cuida das casas, Ana, procura em todas as mercearias comida suficiente para aquelas pessoas.

Ana: Já cheguei. Agora é colocá-los nas respetivas casas, dar-lhes comida e desejar que algo de bom continue a acontecer a esta gente e…

Anão: E depois…Missão cumprida!

Ana: Que bom!

Anão: Já está Ana. Agora, vamos voltar para tua casa. Por esta noite acabou, cumpri a missão que me deram. Podemos ir para casa e depois eu regresso ao outro lado do Mundo, onde volto a ver os meus amigos: as fadas, os outros anões, os elfos, as sílfides, os unicórnios e os duendes do Pai Natal.

Ana conduz e, desta vez, a viagem é feita em silêncio.

Ana: Chegámos! Lar, doce Lar.

Anão: Adeus Ana e obrigado.

Ana (triste): Anão…?

Anão: Sim? Ana estás triste?

Ana: Sim…tu vais-te embora!

Anão(dá a mão à Ana e coloca-a à altura dele): Não te preocupes, eu volto qualquer dia. Fica prometido.

Ana: Ok… Guardarei essa promessa. És o melhor amigo que alguém pode ter.

Anão(com a lágrima a escorrer): Adeus amiga… Já agora eu sou o anão Trapalhão.

Dito isto, desaparece…. Passadas 5 horas…

Professora: Ana, quanto é que é nove vezes sete?

Ana(adormecida): Tra….paaa….lhãoooooo

Professora: O quê? Passaste a noite acordada, outra vez Ana? Não pode ser!

Ana( dá um pulo da cadeira): Hummm? O quê??? Onde estou?

Vasco Cruz, Miguel Broco e Tomás Ferreira 3ºano