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Vamos escrever...
Recorrendo aos seus pós mágicos, o anão faz aparecer prédios numa rua onde não havia casas, só pessoas a dormir na rua.
Anão: Ana, enquanto eu trato do interior das casas, com a ajuda desta chave mágicca, abre as mercearias que encontrares pelo caminho e vai buscar comida para eles.
Ana ( entusiasmada): Boa ideia… Vou já tratar disso…
Enquanto o anão cuida das casas, Ana, procura em todas as mercearias comida suficiente para aquelas pessoas.
Ana: Já cheguei. Agora é colocá-los nas respetivas casas, dar-lhes comida e desejar que algo de bom continue a acontecer a esta gente e…
Anão: E depois…Missão cumprida!
Ana: Que bom!
Anão: Já está Ana. Agora, vamos voltar para tua casa. Por esta noite acabou, cumpri a missão que me deram. Podemos ir para casa e depois eu regresso ao outro lado do Mundo, onde volto a ver os meus amigos: as fadas, os outros anões, os elfos, as sílfides, os unicórnios e os duendes do Pai Natal.
Ana conduz e, desta vez, a viagem é feita em silêncio.
Ana: Chegámos! Lar, doce Lar.
Anão: Adeus Ana e obrigado.
Ana (triste): Anão…?
Anão: Sim? Ana estás triste?
Ana: Sim…tu vais-te embora!
Anão(dá a mão à Ana e coloca-a à altura dele): Não te preocupes, eu volto qualquer dia. Fica prometido.
Ana: Ok… Guardarei essa promessa. És o melhor amigo que alguém pode ter.
Anão(com a lágrima a escorrer): Adeus amiga… Já agora eu sou o anão Trapalhão.
Dito isto, desaparece…. Passadas 5 horas…
Professora: Ana, quanto é que é nove vezes sete?
Ana(adormecida): Tra….paaa….lhãoooooo
Professora: O quê? Passaste a noite acordada, outra vez Ana? Não pode ser!
Ana( dá um pulo da cadeira): Hummm? O quê??? Onde estou?
Vasco Cruz, Miguel Broco e Tomás Ferreira 3ºano