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JurídicoICMS Especial O Estado de Minas Gerais teve o pior desempenho na receita tributária da Região Sudeste e ocupa as últimas posições do Brasil. O ICMS, tributo que será o foco deste estudo, representa cerca de 83% da arrecadação do Estado. As receitas de ICMS constantes dos quadros que serão a seguir arrolados incluem os débitos em atraso, inscritos ou não em Dívida Ativa – DA. Isso se fez necessário para também comprovar o resultado pío alcançado pelo PROGRAMA REGULARIZE (decreto que instituiu anistia scal), embora as informações ociais tentem pinçá-lo como a tábua de salvação, que minimizou os sérios problemas de caixa do Estado de Minas Gerais. Veja, abaixo, a arrecadação de ICMS na REGIÃO SUDESTE: REGIÃO SUDESTE Em valores nominais a receita do Sudeste cresceu R$997,0 milhões, ou seja, R$1,0 bi, saltando de R$202,00 bi para R$203,00 bi, respectivamente, em 2014 e 2015. Isso representa um aumento de 0,5% da arrecadação da região. Minas Assim, em valores constantes, houve uma queda de R$3,9 bilhões, quando comparado os exercícios de 2015 com 2014. Isso demonstra que o PRO- Gerais teve o pior desempenho, com uma queda de R$341,3 milhões, caindo de R$38,2 bilhões para R$37,9 bilhões, ou seja, quase 1% (0,90%). Em valores reais ou constantes, tendo como referência janeiro de 2016, GRAMA REGULARIZE, tão comemorado pela atual direção da SRE (Subsecretaria da Receita Estadual), como uma política tributária acertada, na verdade não passou de uma peça de marketing, cujos objetivos considerando uma inação de 0,7% ao mês ou próxima aos 9% ao ano, vê-se o quanto o desempenho de MG foi ruim. Em todos os meses houve decréscimos, conforme quadros a seguir: tiveram outras nalidades que não prioritariamente o interesse público. Isso será demonstrado em parágrafo especíco sobre essa questão. Aliás, a situação só não foi pior em O FISCO MG Edição III / Janeiro - Março 2016 13