A dor e o ardor de um novo ciclo
Seria impossível afirmar que o
sentimento sob a ótica de transformação
seria de todo e por todos, positivo. Os
profissionais do Correio Riograndense
garantem que a perda do contato físico
com os leitores, com os agentes e com
as comunidades e a estima que deles
recebem, será dolorosa. Além disso, as
expectativas pessoais dos jornalistas
pendem mais ao assustador do que ao
otimista, já que é notória a dificuldade
dos veículos de comunicações
tradicionais de manteremse chamativos
todo o tempo no mercado digital.
Não obstante, há a preocupação de ter o
planejamento necessário para não perder
a importância e o zelo do leitor,
bem como a responsabilidade de dar
paralela continuidade e conservação de
sua missão como jornal.
As expectativas e metas são de
acompanhar todos os públicos, renovando
as leituras dos antigos e conquistando
novos. Ademais, como as barreiras
geográficas serão definitivamente extintas
e o canal atingirá uma abrangência ainda
maior de localidades, será através de sua
moeda indiscutível de credibilidade e de
conteúdos específicos e direcionados que
o CR buscará ascender tal transformação,
numa firme tentativa de agregar e fidelizar
quem lê e quem se identifica com as
pautas propostas.