QUANDO (Lucineide Alves Souza)
Quando eu me deitar aos teus pés
Será como a tinta se entranhando no papel
Será como o poeta derramando sua alma
Quando eu me deitar aos teus pés
Que sejas para fluir e convergir em tua direção, trazendo luz ao teu semblante
Quando me receberes aos teus pés, não mais será tu, não mais serei eu
Seremos como um rio que desagua na direção do infinito
NOVA POESIA 61