Nova Poesia 61 NOVA POESIA 61 | Page 37

QUANDO (Lucineide Alves Souza) Quando eu me deitar aos teus pés Será como a tinta se entranhando no papel Será como o poeta derramando sua alma Quando eu me deitar aos teus pés Que sejas para fluir e convergir em tua direção, trazendo luz ao teu semblante Quando me receberes aos teus pés, não mais será tu, não mais serei eu Seremos como um rio que desagua na direção do infinito NOVA POESIA 61