Nova Poesia 61 NOVA POESIA 61 | Page 36

DENSA NUVEM (Lucineide Alves Souza) Não me negues a tua presença, És como ouro reluzindo na minha escuridão. Por que me negaria os teus abraços apertados? Se tateando no escuro, no teu corpo encontro meu refúgio. Que não me lances a outro abraço que não seja o teu emaranhado Pois, se sou aceita tua, como nuvem que desce densa como chuva Que não seja eu a desaguar em outra boca que não seja a tua. NOVA POESIA 61