Revisão da Literatura
6
7
Kumar et al 21
(2015)
Marenzi et al 22
(2015)
Ensaio clínico
randomizado
Ensaio clínico
randomizado
Dois anos de follow-up
Grupo experimental (n=16): PRF
Grupo-controle (n=14): sem PRF
n=108 extrações
Grupo experimental (n=54): PRF
Grupo-controle (n=54): sem PRF
Nível 2 A aplicação de PRF diminui a severidade de sequelas
pós-operatórias imediatas e a profundidade de
sondagem pré-operatória, e acelera
a formação óssea.
Nível 2 Os resultados sugerem que o uso de L-PRF em
alvéolos pós-extração é um procedimento eficaz
e útil, a fim de controlar a dor pós-operatória e
melhorar o processo de cicatrização do tecido mole
alveolar, especialmente nos primeiros dias após as
extrações, reduzindo os efeitos adversos
da inflamação.
Nível 1 O uso de concentrados de plasma parece acelerar
a cicatrização e epitelização dos tecidos moles
em cavidades de extração, e reduzir a dor e
desconforto pós-operatório. No entanto, não há
nenhuma evidência até a data para confirmar que os
concentrados de plasma melhoraram a regeneração
do tecido duro.
Nível 2 O PRF parece ser eficaz contra o inchaço
pós-operatório de cirurgia do terceiro molar,
podendo ser usado como rotina após cirurgia de
extração de terceiros molares.
Nível 2 O uso de PRF associado à cirurgia tradicional
e de PRF associado à piezocirurgia reduziu
significativamente a dor durante o pós-operatório.
Além disso, em combinação com o PRF, a
piezocirurgia diminuiu significativamente
o número de analgésicos tomados.
Ambas as cirurgias diminuíram significativamente
o trismo, 24h após a cirurgia.
Quatro estudos com
a mesma metodologia
8 Moraschini, Barboza 23
(2015) Revisão
sistemática
9 Ozgul et al 24
(2015) Ensaio clínico
randomizado
10
Uyanik et al 25
(2015)
n=102 extrações dentárias
(55 experimentais com o uso de
concentrados plasmáticos e
47 controles)
n=56 (estudo de boca dividida)
Grupo experimental: PRF
Grupo-controle: sem PRF
Caderno científico [ IMPLANTE ]
Ensaio clínico
randomizado n=40
Grupo A (n=20): cirurgia tradicional,
cirurgia tradicional + PRF
Grupo B (n=20): piezocirurgia + PRF
e cirurgia tradicional Nível 2 Houve uma redução significativa (p < 0,05)
da dor nos dias 1, 2 e 3, e no número de analgésicos
tomados nos dias 2 e 3, em ambos os grupos de
PRF. No entanto, no grupo da piezocirurgia, isto
aconteceu apenas no dia 3. Não houve diferença
significativa no inchaço e trismo entre o
grupo-controle e os outros grupos.
Nível 2 O uso de ambos (PRF autólogo ou β-TCP-Cl) foi
eficaz na preservação do alvéolo.
11 Bilginaylar, Uyanik 26
(2016) Ensaio clínico
randomizado Grupo 1 (n=20): osteotomia
tradicional
Grupo 2 (n=20): osteotomia
tradicional + PRF
Grupo 3 (n=20): piezocirurgia
Grupo 4 (n=20): piezocirurgia + PRF 12 Das et al 11
(2016) Ensaio clínico
randomizado Grupo 1 (n=15): PRF
Grupo 2 (n-15): βTCPCl 13 Doiphode et al 27
(2016) Ensaio clínico
randomizado Grupo 1 (n=15): grupo-controle
Grupo 2a (n=15): boca dividida
(PRPF e controle)
Grupo 2b: PRF e controle Nível 2 Este estudo indica melhoria da saúde periodontal
na distal do segundo molar, depois da cirurgia
do terceiro molar em casos tratados com a PRF,
em comparação com o grupo-controle
e o grupo de PRP.
14 Kumar et al 28
(2016) Ensaio clínico
randomizado Grupo experimental (n=34): PRF
Grupo-controle (n=34): sem PRF Nível 2 Apesar de cicatrização óssea não diferir
significativamente entre os grupos, a cicatrização
dos tecidos moles, como julgado pelo escore de dor,
foi significativamente melhor no grupo experimental.
Nível 4 A combinação do L-PRF com enxertos ósseos
tradicionais acelera potencialmente a cicatrização
de feridas e reduz a dor e inflamação no
pós-cirúrgico, sem interferir na movimentação
dentária e/ou estabilidade pós-tratamento
ortodôntico.
Nível 3 O estudo sugere que o uso das membranas de
PRF no tratamento cirúrgico de osteonecrose
dos maxilares de grau 2 pode ser um fator de
contribuição para um resultado de sucesso.
29
15
16
Munõz et al
(2016)
Norholt, Hartlev 30
(2016)
Coorte
Ensaio clínico não
randomizado
n=11
n=15
INPerio 2017;2(1):57-63
61