Penha N | Duddeck D | Groisman S | Gonçalves OD
Figura 1 – Apresentação das amostras após preparação com resina.
RESULTADOS
Na Tabela 1, podemos verifi car a normatização F67 da
ASTM (International Standards Worldwide Organization) e
os elementos permitidos nos diferentes graus de pureza
do titânio.
Na Figura 1 apresentamos as amostras fi xadas
em resina acrílica e desbastadas até o aparecimento
das roscas internas dos implantes. As Figuras 2 e 3
apresentam os resultados obtidos com a microscopia
eletrônica de varredura. A Figura 2 destaca o grão de níquel,
e a Figura 3 ressalta a diferença entre o níquel e o ferro
em d iferentes tons de cinza. As Figuras 4 a 8 apresentam
resultados da microscopia eletrônica com o resultado
obtido com EDS (espectroscopia por energia dispersiva)
para a região delimitada em amarelo em metodologia
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INPerio 2017;2(1):35-42
qualitativa. Nas Figuras 4 é possível visualizar picos de
titânio, alumínio e níquel. Nas Figuras 5, foram obtidos
resultados similares com implantes da mesma marca
comercial. O EDS também pôde mostrar outro pico de
titânio, alumínio e níquel. Nas Figuras 6 é possível verifi car
titânio e níquel, assim como nas Figuras 7 e 8.
Apenas a presença do elemento químico fora dos
padrões de registros pode ser considerada contaminante.
A tabela da norma ASTM F67 rege sobre os graus de
titânio puro, sendo que estes variam pela quantidade de
nitrogênio, ferro e oxigênio. Alguns elementos, como o
carbono e o hidrogênio, possuem números fi xos (0,08 C
e 0,015 N, respectivamente), e o titânio é calculado pelo
balanço entre todos os elementos.