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Em São Tomé e Príncipe, por exemplo, desde 2020, entre 18 a 25 % da população já deixou o país em busca de melhores condições de vida, sendo que esta vaga de emigração abrange tanto população qualificada, como população não-qualificada, que não encontra espaço de realização das suas expectativas relativas às condições de vida e de trabalho.
Em São Tomé e Príncipe, por exemplo, desde 2020, entre 18 a 25 % da população já deixou o país em busca de melhores condições de vida, sendo que esta vaga de emigração abrange tanto população qualificada, como população não-qualificada, que não encontra espaço de realização das suas expectativas relativas às condições de vida e de trabalho.
Global Employment Trends for Youth 2024 da OIT
Segundo este mesmo relatório e dados do ILOSTAT( 2023 e 2024), a taxa de desemprego na África subsaariana situava-se entre os 8,9 % e os 9,95 % em 2024, sendo que nos jovens NEET 1 se situava nos 21,9 % em 2023. As mulheres são as mais afetadas( 27 %, em comparação com 16,9 % dos homens jovens). No entanto, os números apresentados narram apenas parte da realidade, uma vez que na África Subsaariana, uma questão fundamental relacionada com o emprego é a falta de qualidade do emprego, dominado pela informalidade. O Banco Mundial alerta para que cerca de 70 % a 71,7 % dos jovens na região trabalham no setor informal, sem qualquer proteção social, estabilidade ou perspetivas de crescimento para o futuro.
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Termo que surgiu no Reino Unido, na década de’ 90, para se referir a jovens que não estudam, nem trabalham, nem estão a receber formação( Not in Education, Employment, or Training).
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• TÁBUAS DE SALVAÇÃO