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SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

Os novos descobridores.

Sou madrinha da Helpo desde 2017 e sempre me senti ligada a esta Instituição, porque conheci de perto, como voluntária, o rigor e dedicação de quem lá trabalha e contribui para o tanto que esta ONG proporciona ao mundo.

Sinto-me muito orgulhosa por pertencer à comunidade Helpo e muito grata pela oportunidade de ter feito esta viagem e sentir que a Helpo faz, de facto, o nosso mundo ser mais humano. Natália Ferreira
Mas, ter feito esta viagem, elevou quer a minha admiração, quer o meu compromisso, para um outro nível. Depois de conhecer os meus afilhados( neste momento, conto com quatro em S. Tomé e Príncipe e nunca, nunca vou esquecer a emoção de ter recebido os seus abraços), percebi que ser madrinha não é apenas uma pequena contribuição monetária, é, de facto, assumirmos a responsabilidade( mas também a alegria) de cuidar de uma criança que, através da Helpo, pode ter acesso a um futuro mais digno.
Esta viagem proporcionou-me também um enorme esclarecimento e envolvimento com, não apenas os projetos de apadrinhamento, mas todos os outros, tão fundamentais para o desenvolvimento deste país-ilha-paraíso absolutamente carente deste tipo de intervenção.
Foi uma experiência intensa, de uma coordenação de excelência. A Helpo, com um donativo de 15 euros, faz milagres. Ver aqueles olhinhos das crianças a brilhar, com sorrisos adoráveis.
Mas o que mais me marcou, foi ver as crianças sozinhas na floresta, uma floresta densa, com árvores com uma circunferência enorme. E vê-las a ir sozinhas a pé para a escola, foi de partir o coração.
Mais uma vez, a Helpo tem o seu papel incentivador para essas crianças, também através da refeição que entregam. Ságeda Hassamo