MundoH44 | страница 25

 que lá fosse, havia de levar bolas verdadeiras para poderem jogar. E assim fiz! Ir à “nossa” África é para nós sempre uma experiência úni- ca, quer pela proximidade que sentimos com aquele povo que fala a nossa língua, que sorri e que é grato com o pouco que tem, quer pelo exemplo de vida que nos proporciona: como é possível sorrir com tão pouco?... A família do Rafael acolheu-nos muito bem, os responsáveis da Helpo no local foram o elo de ligação e acompanharam-nos ao batizado. Helpo - Gostaram da interação com a família dos padri- nhos? Vitória (mãe do Rafael) - Muito. Foi um dia muito feliz e todo o mundo estava alegre. A presença da família foi de encontro ao que estavam à espera? Vitória - Sim! Os padrinhos foram muito simpáticos e trou- xeram umas roupas muito bonitas para as crianças. Toda a família e amigas gostaram muito de os conhecer e da festa (risos). O Rafael gostou do dia do baptizado? Vitória - Gostou muito! Chorou e tudo, quando soube que os padrinhos iam embora. Gostava muito de ver de novo os padrinhos. Gostaria de dizer alguma coisa aos padrinhos? Vitória - Obrigada por tudo! A nossa família vai estar sem- pre agradecida pelo que têm feito pelos meninos. Os padri- nhos são muito amigos e a Helpo é muito boa por ajudar. De início, sentia-se alguma timidez, quer do Rafael, quer da sua família, mas rapidamente ela se desvaneceu e, ao fim de umas horas, o menino já corria para mim e me abraçava! Quase todos os dias me lembro dele. Mas não há forma de o contactar, pois a mãe não tem telefone. Vou sabendo notícias pela Helpo e enviando algumas coisas também. Que a Helpo continue com esta grande obra, e que os padri- nhos cresçam, pois existem muitas crianças a precisar deles! Bem Hajam!