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Sexta-feira, 28 de junho de 2019 Nacional Avaliação. Pesquisa da Confederação Nacional Maus hábitos. Motoristas também admitem excesso de velocidade e dirigir após ingerir bebida alcoólica Quase 20% admite usar celular ao volante, segundo estudo Dados do Ministério da Saúde revelam que 19,3% da população das capitais brasileiras usam o celular enquanto diri- gem. Isso significa que de cada 5 pessoas, uma afirmou que comete esse ato. A informação é do Sistema de Vigilân- cia de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2018. O ministério aler- tou ainda que os aci- dentes de trânsito são a segunda maior causa de mortes externas no país. Pessoas com ida- des entre 25 e 34 anos (25%) e com maior escolaridade (26,1%), com 12 anos de estu- do ou mais, são as que mais assumem esse Comportamento de risco. Dirigir falando ou digitando no celular comportamento de ris- co. Motoristas com nível superior também são os que mais recebem mul- tas por excesso de velo- cidade e que associam o consumo de bebida alcoólica e direção. Giro S/A • Página 3 O Vigitel 2018 mos- tra que 11,4% da po- pulação entrevistada afirmou já ter recebido multas de trânsito por excesso de velocidade. O comportamento de risco foi identificado mais em homens (14%) do que em mulheres (7%), de 25 a 34 anos (13,4%), e de maior es- colaridade (13%). A proporção de adul- tos que conduziram veí- culos após consumo de qualquer quantidade de bebida alcoólica foi de 5,3%, sendo maior entre homens (9,3%) do que mulheres (2%). Os acidentes de trân- sito são a segunda maior causa de mortes exter- nas no país. Em 2017, de acordo com o Ministério da Saúde, 35,3 mil pes- soas morreram em de- corrência de acidentes de trânsito e 166.277 fo- ram internadas. Os gas- tos com as internações foram de R$ 229,2 mi- lhões. (Agência Brasil) da Indústria indica que 32% dos entrevistados consideram o governo Jair Bolsonaro ótimo ou bom. O mesmo percentual, 32%, avaliou a administração atual como regular e outros 32% definiram como ruim ou péssima. Decisão Transexuais em presídio feminino O ministro do Supre- mo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso decidiu que transexuais presas devem ser transferidas para presídios femininos. A decisão liminar (provisória) do ministro foi tomada em uma ação protocolada na Corte pela Associação Brasi- leira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). Segundo o ministro, a medida é necessária para cumprir os princí- pios constitucionais da dignidade humana e a vedação ao tratamento cruel e à tortura. “Trata- se da única medida apta a possibilitar que rece- bam tratamento social compatível com a sua identidade de gênero. Trata-se, ademais, de providência necessária a assegurar a sua integrida- de física e psíquica, dian- te do histórico de abusos perpetrados contra essas pessoas em situação de encarceramento”. A liminar do ministro está em vigor, mas deve- rá ser referendada pelo plenário do STF, ainda sem data definida. Em maio de 2018, a juíza da Vara de Execu- ções Penais do Distrito Federal, Leila Cury, ne- gou habeas corpus cole- tivo para que 11 presas provisórias, declaradas transexuais femininas ou travestis, para ficarem em estabelecimento prisional feminino em respeito à identidade de gênero. (Agência Brasil)