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como um dos idealizadores.
Prestou, ainda, mais um papel importante a partir
de 1957, quando passou a trabalhar como escre-
vente e mais tarde se tornou tabelião do Cartório
de Registro de Imóveis, sucedendo a seu sogro,
Elias Angeloni.
E em 1967, ao lado de sócios, deu início à Forau-
to Veículos, revendedora Ford que se mantém
ativa até os dias atuais e hoje é administrada por
seu filho, Renato Costa, empresário que também
já participou da diretoria da Acic. Na sede da em-
presa, em Criciúma, Rubens continua dando o seu
expediente. “Eu venho todas as manhãs e também
à tarde”, conta.
uma transformação lá dentro.Ficou quatro anos
e nesse tempo o que ele fez foi muita coisa”, co-
menta.
Por toda a sua contribuição, Rubens Costa já foi
lembrado pela Acic em diversas ocasiões, como
em 1994, quando recebeu uma homenagem no
aniversário de 50 anos da entidade. Essa passagem
está retratada no livro “Rubens Costa – caminhan-
do com a história de Criciúma”, de autoria do his-
toriador Mário Belolli. Mais recentemente, ao com-
pletar 70 anos, a associação empresarial voltou a
prestar suas homenagens ao empresário.
O nome do fundador está eternizado em uma das
salas do Centro Empresarial. Essa honraria, Rubens
Rubens Costa foi homenageado na
comemoração dos 70 anos da Acic
HOMENAGENS E RECONHECIMENTO
Toda a história de Rubens Costa confunde-se com
a da própria Acic e da cidade de Criciúma. Mas,
humilde, ele prefere elogiar e destacar a trajetória
de outros personagens que passaram pela entida-
de nesses 75 anos, como o empresário Jayme Za-
natta, primo de Rubens e presidente da associação
de 1987 a 1991.
Costa também recebeu com humildade. “Quan-
do passou para essa sede nova, a Acic me deu
uma sala com o meu nome. Eu fiquei meio assim,
porque eu só assinei a ata, tinha 18 anos, mas me
disseram que eu era, sim, fundador. Eu agradeço”,
afirma.
“O Jayme, eu sempre gostei de estar com ele, por-
que sempre foi muito positivo. Eu ia com ele nas
ideias que tinha porque também gostava de coisas
assim, que fossem para frente. Como aquela vez
que ele quis fazer a plataforma lá na praia, fez uma
reunião e ninguém foi lá, todo mundo dizia que
não ia conseguir, mas ele deu um jeito, fez bilhetes
para vender, foi lá na nossa firma, cada um deu um
pouco, e fez a plataforma, está aí até hoje”, relem-
bra.
Ele também demonstra que acompanha a evolu-
ção da entidade e menciona o trabalho realizado
pelo ex-presidente da Acic, César Smielevski. “A
Acic nesses últimos 10 anos ganhou uma força
muito grande. O último presidente, o César, fez
Renato Costa, filho de Rubens, fez parte
da diretoria da associação empresarial
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