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A violência contra a mulher tem sido tema bastante discutido principalmente através da explosão dos ideais feministas na mídia a partir de ícones famosos que apoiam o movimento e também gerou debates entre esses defensores. A explosão ecoou nos ouvidos até de quem não gostaria. Mas o que realmente é abordado como violência contra a mulher?

Cantadas na rua, “passadas” de mão pelo corpo sem consentimento, assobios com caráter sexual, agressões domésticas, privação da liberdade e do dinheiro, violação sexual e morte das vítimas são problemas englobados nessa impetuosidade.

A sociedade em grande parte é machista, ou seja, muitas mulheres ainda dependem muito dos homens, devido à imposição de ideologias ultrapassadas, como a bigamia, prática feita por homens que provoca pouco alarde, porém quando a mulher a comete, ela se torna uma mulher promiscua perante a sociedade.

Isso demonstra o alto grau de patriarcalismo presente na sociedade. E essas ideias perduram até os dias atuais como se pode ver na frase de Nabuco de Araújo - “A mulher que se atira à perdição, deixa de ser pessoa e torna-se coisa, um objeto que muitos procuram e ninguém preza.”.

Tais práticas machistas sugerem a má educação e a naturalização de práticas abusivas. No Brasil, e em grande parte do mundo, as mulheres são ensinadas desde pequenas a possuírem um modo de se vestirem ou se comportarem de forma “inadequada”, mas o menino não é educado a respeitar a mulher, mas sim a desejá-la desde sempre, visando manter algum tipo de relacionamento afetivo carnal com elas. Isso poderia ser facilmente resolvido com uma melhor educação e uma maior conscientização de que homens e mulheres têm o direito de desejarem fazer o que quiserem e não serem forçados a nada.. Campanhas como a “Chega de Fiu Fiu” do site thinkolga.

Opinião

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