Império Caído Volume 1 | Página 23

uma meia dúzia em todo o mundo que tomam esta história como verdade e se interessam em buscar provas. Em meu sono vi terrores e sangue. Animais distorcidos provindo dos pesadelos mais sombrios, todos rodeando um charco onde uma ovelha se afogava sem afundar e um bode, ou carneiro, dourado falava em uma língua estranha repetindo os gritos dela. Acordei repleto de suor, na cabeceira a minha cama o livro estava quente. Logo entendi o problema que recebi nas mãos. Pensei em sair de casa e tentar entrar em contato com o meu professor, levar o livro e tentar resolver isso junto com ele. Mas assim que me virei para sair vi que não havia mais porta, apenas um borrão amarelo. Agora está tudo acabado, eu sei bem e você será o próximo. Posso ouvir o gato miando na minha porta, eu estou faminto e com sede, vou tentar me manter o máximo de tempo possível aqui, mas logo que eu tocar naquela porta eu sei que ele vai tomar o que há na minha sanidade. Esta mensagem é um aviso e uma súplica. Amarelo é a cor da loucura. Mantenha-se longe. Há uma última mensagem nesse relato, descubra-a, recite-a e Ansoask talvez te ignore. Boa sorte.”