Neguei a realidade do relato diversas vezes, repousei o
livo sobe a mesa e fui na cozinhaa Depois que o aantar
ficou pronto voltei para o livo, não estava mais com fomea
O relato seguinte estava em folhas muito manchadas de
vermelho, apesar de querer negar isso também eu sabia
bem o que aquilo provavelmente eraa Comecei a ler,
ignoando os guinchos no sótãoa
Relato 2: A pintora
“Eu não sei como começar isso. Não sou uma escritora,
nunca fui e nem acho que algum dia serei. Mas vamos lá.
Eu sou uma pintora, ao menos amadora. Quando era criança
minha mãe me motivou muito e desde que saí de casa, aos meus
vinte anos, trabalho como tal. Vendendo meus quadros a
conhecidos da família. Mês passado comecei a fazer um
autorretrato, era uma ideia interessante, uma pintura minha
pintando da forma mais natural e rápida possível. Posicionei um
quadro alguns passos na frente da tela e estava pronta para o
trabalho, mas assim que o pincel tocou a tela em branco ouvi o
som de uma panela caindo.
Corri para a cozinha, mas o maldito gato do meu vizinho já
estava em fuga, levando entre seus dentes um pedaço de carne
que havia cozido para o almoço. Praguejei por uns bons minutos