Império Caído Volume 1 | Página 12

Neguei a realidade do relato diversas vezes, repousei o livo sobe a mesa e fui na cozinhaa Depois que o aantar ficou pronto voltei para o livo, não estava mais com fomea O relato seguinte estava em folhas muito manchadas de vermelho, apesar de querer negar isso também eu sabia bem o que aquilo provavelmente eraa Comecei a ler, ignoando os guinchos no sótãoa Relato 2: A pintora “Eu não sei como começar isso. Não sou uma escritora, nunca fui e nem acho que algum dia serei. Mas vamos lá. Eu sou uma pintora, ao menos amadora. Quando era criança minha mãe me motivou muito e desde que saí de casa, aos meus vinte anos, trabalho como tal. Vendendo meus quadros a conhecidos da família. Mês passado comecei a fazer um autorretrato, era uma ideia interessante, uma pintura minha pintando da forma mais natural e rápida possível. Posicionei um quadro alguns passos na frente da tela e estava pronta para o trabalho, mas assim que o pincel tocou a tela em branco ouvi o som de uma panela caindo. Corri para a cozinha, mas o maldito gato do meu vizinho já estava em fuga, levando entre seus dentes um pedaço de carne que havia cozido para o almoço. Praguejei por uns bons minutos