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A desigualdade salarial na America Latina

As mulheres ganham 83,9 unidades monetárias por cada 100 unidades recebidas pelos homens, ou seja, elas recebem 83,9% do salário que os homens recebem, um obstáculo que se mantém para a autonomia econômica feminina na América Latina, apontou no dia 08 de março de 2016 um comunicado da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal).

Esses 16% que as mulheres recebem a menos mostram que "as diferenças salariais de gênero persistem como obstáculo para a autonomia econômica das mulheres e a superação da pobreza e da desigualdade na região", segundo dados do Observatório de Igualdade de Gênero da Cepal, e para acabar com esses obstáculos Alicia Bárcena, secretaria-executiva da Cepal, luta constantemente por esses direitos, como a mesma, afirma em comunicado.

"Receber o mesmo salário que os homens em igualdade de condições é um direito das mulheres. É um requisito inevitável para que elas tenham sua autonomia econômica e para avançar na igualdade de gênero".

Números mostram e comprovam que a desigualdade de gênero vem diminuindo nos últimos 10 anos, mas mesmo com esta evolução, infelizmente, segundo estimativa feita pelas Nações Unidas, somente daqui a 81 anos teremos uma completa igualdade de gênero, mas até lá países avançam lentamente em busca de tal objetivo.

Engravidar não é um direito?