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nutr ir -se. M ar telou-lhes, então, a existência e aguar dou-o, além -túm ulo, onde os tr ês se
r eunir am em angustioso pr ocesso de r egener ação. A com panheir a, m enos culpada, foi a
pr im eir a a r etor nar ao m undo, onde m ais tar de r ecebeu o m édico delinqüente nos br aços
m ater nais, com o seu pr ópr io filho, pur ificando o am or de sua alm a. O ir m ão atr aiçoado de
outr o tem po, todavia, ainda não encontr ou for ças par a m odificar -se e continua
vam pir izando-o, obstinado no ódio a que se r endeu im pensadam ente.
Diálogo M ediú n ico
Que a paz do Cristo esteja entre nós, mas, acima de tudo, em nós.
Iluminando nosso ser, fazendo-nos progredir em direção ao Pai, pois esse é
o maior e mais profundo desejo desse espírito amigo, o Mestre de todos
nós.
Podemos começar.
1ª pergunta: Agradecemos a sua presença no dia de hoje. Como primeira
pergunta, você poderia nos falar do poder de percepção dos espíritos
puros e como a percepção deles se diferencia dos espíritos superiores?
Sim, responderei.
Antes disso, quero deixar aqui alegria pela presença em nossas atividades
do amigo Bezerra de Menezes. Um espírito muito querido que está na
Terra há tanto tempo disposto a servir ao ideal do amor e também nos
deixa com a esperança de que espíritas jovens se inspirem mais no
trabalho desse amigo.
Quantos médicos do mundo não são simplesmente gananciosos
disfarçados de bondosos? O exemplo desse amigo deve estar presente,
não em bocas melífluas, mas em corações que aprendem a abnegação. E
eu mesmo sugiro, orem a esse amigo para que ele possa ensinar a vocês a
verdadeira abnegação ao socorrer aqueles que mais sofrem.