Grupo Marcos - Magnetismo Grupo Marcos - Magnetismo | Page 70

Com entam os um tr echo do livr o, Os M en sagei r os, capítulo 27, No tr abal ho ati vo, psicogr afado por Fr ancisco Cândido Xavier.
N otando m inha estr anheza Aniceto colocou-m e a destr a na fr onte, tr ansm itindo-m e vigor oso influxo m agnético, e acentuou:
? Repar e a m áquina divina do hom em, o taber náculo sagr ado que o Senhor per m itiu se for m asse na Ter r a par a sublim e habitação tem por ár ia do espír ito. Agor a, Andr é, não está você diante dum a dem onstr ação anatôm ica da ciência ter r estr e, exam inando car ne m or ta e m úsculos enr ijecidos. Obser ve agor a! O olho m or tal não poder á contem plar o que se encontr a à sua vista neste instante. O m icr oscópio é ainda pobr e, não obstante r epr esentar um a nobr e conquista par a a lim itada visão hum ana.
A cooper ação m agnética do quer ido m entor m odificar a a cena e fui com pelido a concentr ar todas as m inhas ener gias, a fim de não inutilizar a obser vação pelo golpe do espanto.
A luz m ental, em bor a fosca, tor nar a-se m ais nítida e o cor po do m or ibundo agigantou-se, ofer ecendo-m e espetáculo sur pr eendente aos olhos ansiosos. Par ecia-m e o cor po, agor a, m ar avilhosa usina nos m ais íntim os detalhes. O quadr o científico er a sim plesm ente estupefativo. I dentificava, em gr andes pr opor ções, os nove sistem as de ór gãos da m áquina hum ana; o ar cabouço ósseo, a m usculatur a, a cir culação sanguínea, o apar elho de pur ificação do sangue consubstanciado nos pulm ões e nos r ins, o sistem a linfático, o m aquinism o digestivo, o sistem a ner voso, as glândulas hor m onais e os ór gãos dos sentidos. Tal r evelação histológica er a difer ente de tudo que eu poder ia sonhar nos m eus tr abalhos de m edicina. A cir culação do sangue sem elhava-se a m ovim ento de canais vitalizador es daquele pequeno m undo de ossos, car ne, água e r esíduos. M ilhões de or ganism os m icr oscópicos iam e vinham na cor r ente em pobr ecida de glóbulos ver m elhos.
(?) A d esen car n ação d e Fer n an d o
Quando Aniceto r etir ou a destr a da m inha fr onte, per di a possibilidade de pr osseguir nas obser vações do infinitesim al. M inha visão abr angia m inúcias m uito im por tantes ao inter esse com um; entr etanto, estava longe daquele poder de apr eensão que m e tr ansm itir a o m entor am igo, ao contacto do seu elevado potencial m agnético.
No livr o Nos d om ín i os d a M ed i u n i d ad e, n o capítu l o 9, Possessão, vem os um inter essantíssim o caso de acesso a m em ór ias de vidas passadas com o intuito de socor r er um caso de gr ave obsessão.
(?) Em seguida, com o se quisesse r ecolher dados infor m ativos par a com pletar a lição, tocou a fr onte de Pedr o, auscultando-a dem or adam ente.
Decor r idos
alguns
instantes
de
silêncio,
infor m ou:
? A luta vem de m uito longe. N ão dispom os de tem po par a incur sões no passado, m as, de im ediato, podem os r econhecer o ver dugo de hoje com o vítim a de ontem. N a der r adeir a m etade do século findo, Pedr o er a um m édico que abusava da m issão de cur ar. Um a análise m ental par ticular izada identificá-lo-ia em num er osas aventur as m enos dignas. O per seguidor que pr esentem ente lhe dom ina as ener gias er a-lhe ir m ão consangüíneo, cuja esposa nosso am igo doente de agor a pr ocur ou seduzir. Par a isso, insinuou-se de for m as diver sas, além de pr ejudicar o ir m ão em todos os seus inter esses econôm icos e sociais, até incliná-lo à inter nação num hospício, onde estacionou, por m uitos anos, apar valhado e inútil, à esper a da m or te.
Desencar nado e encontr ando-o na posse da m ulher, desvair ou-se no ódio de que passou a