Grupo Marcos - Magnetismo Grupo Marcos - Magnetismo | Page 64
Vam os fal ar sobr e o ch acr a fr on tal . El e é
sim pl esm en te fascin an te! Nel e estão as
atividades qu e m ais m e en can tam . É
ch am ado de ter ceir o ol h o n o h in du ísm o,
com o en sin a Cal der ar o a An dr é Lu iz, el e
or den a, estr u tu r a, as per cepções.
A luz do teu cor po é o olho. Por tanto, se teu
olho for sincer o, teu cor po inteir o ser á
lum inoso. Por ém se teu olho for causador
de infor túnio, m al, teu cor po inteir o estar á
em tr evas. Por tanto, se a luz que há em ti é
tr evas, com o não ser á gr ande tua tr eva?
As per cepções do cor po de car n e com o ver , (M ateus 6: 22 e 23, edição Feb.)
ou vir , per ceber pel a pel e (tato) são apen as
u m a par te das per cepções. Existem ou tr os,
Jesu s n ão apen as defin iu o ol h o com o a
as per cepções psíqu icas associadas a
pon to de per cepção passivo, afir m a qu e el e a
m ediu n idade: ver , ou vir e captar en er gias do
pr ópr ia
l u z!
É
m u ito
in ter essan te
m u n do dos espír itos. Qu em vê os espír ito
apr en der m os com Kar dec qu e os espír itos
n ão é o ol h o m ater ial , o viden te vê m el h or de
em item a pr ópr ia l u z e n ão depen dem da l u z
ol h os fech ados! Estas per cepções tam bém
do am bien te par a ver , qu an do são
acon tecem desse pon to m agn ético.
su per ior es. Isso aju da a en ten der m el h or o
A in tu ição ? qu e pode ser a or ien tação Cr isto.
espir itu al e tam bém or ien tações de n osso eu
Aqu i ch egam os ao pon to m ais im por tan te
m ais pr ofu n do ? qu e n o Espir itism o
deste en con tr o: com o está a su a per cepção
ch am am os con sciên cia, acon tece tam bém
da vida, de você m esm o e das pessoas ao seu
gr aças a esse pon to m agn ético.
r edor ? Um a expr essão poder osa desse
Natu r al m en te, esse é o cen tr o l igado ao tr ech o do Evan gel h o, r ecu per ada gr aças a
au tocon h ecim en to. Con h ecer -se é per ceber tr adu ção de H ar ol do Du tr a Dias é ?se teu
a si m esm o. Per ceber qu em som os, com o ol h o
for
cau sa de in for tú n io?; se
n os expr essam os, com o sen tim os, com o n os per cebem os de for m a per ver sa, já estam os
al im en tam os, com o in ter agim os, com o n os cau san do m al a n ós e aos ou tr os. Essa é a
associam os a ou tr os ser es h u m an os.
ver dade do Evan gel h o. Apr en der a per ceber
A per cepção, por ém , n ão se r estr in ge ao n ão apen as am pl ia n ossos poder es psíqu icos,
n osso pr esen te é per cepção, tam bém , do per ceber com o Evan gel h o é il u m in ar -se.
n osso passado. Por isso, é im por tan te Con sequ en tem en te, su r ge a per gu n ta: com o
saber m os qu e con stan tem en te estam os edu car esse pon to m agn ético segu n do o
per ceben do n osso passado: o passado desta Evan gel h o?
existên cia e
espir itu ais.
de
ou tr as,
m ater iais
e
Não se tr ata apen as da m em ór ias de ou tr as
vidas, se tr ata da m em ór ia e de com o n os a
per cebem os, de com o in ter pr etam os o qu e
já vivem os. De com o l idam os com tu do o qu e
já exper ien ciam os.
Todo esse con ju n to qu e en gl oba a per cepção
da n ossa h istór ia e da h u m an idade, das
expr essões ar tísticas, da bel eza e do u n iver so
se faz pr esen te a cada pequ en a per cepção
e m n osso dia a dia. Vem os u m por do sol ou
ol h am os ou tr o ser h u m an o com base n essa
per cepção gl obal .
Por isso, o Cr isto n os en sin a,
M eim ei, u m espír ito l igado ao Evan gel h o
desde a época de Jesu s n os en sin a de for m a
m u ito bel a. No capítu l o 25, do l ivr o I d eal
Esp í r i t a, editor a Cec
.
M EN SAGEM DO H OM EM TRI STE
Passaste por m im com sim patia, m as
quando m e viste os olhos par ados,
indagaste em silêncio por que vagueio na
r ua.
Talvez por isso estugaste o passo e, em bor a
te quisesse cham ar , a palavr a esm or eceu
m e na boca.