Grupo Marcos - Magnetismo Grupo Marcos - Magnetismo | Page 51

ener gi a s sola r es e dos r a i os da Espi r i t ua li da de Super i or ca pa zes de favorecer a sublimação da alma. O sím bol o do l ótu s de m il pétal as é m u ito in str u tivo. Afin al , o qu e é o l ótu s? Um a fl or qu e sign ifica m u ito par a fil osofia h in du . Pr im eir o u m a com par ação é o n om e cor oa e fl or qu e m ostr am a su per ior idade de com pr een são, u sam os u m sím bol o pol ítico com a cor oa, pois cor on ár io sign ifica aqu il o qu e tem for m a de cor oa; n o h in du ísm o o sím bol o é u m a fl or , al go m ais su til e bel o. Com o expl ica Cl ar ên cio, el e adapta a cl assificação par a m el h or en ten der m os, afin al , som os um a cu l tu r a ar ian a, m ater ial izada. Esse é o cen tr o da per cepção, sabiam en te, a fil osofia h in du n os en sin a sim bol icam en te qu e el e é o ter ceir o ol h o. Nada m ais sábio, pois estam os fal an do de per cepção. Per cepção física e espir itu al , com o vidên cia, au diên cia e in tu ição; bem com o a per cepção de n ossas m em ór ias passadas. Ter cei r o: l ar í n geo Local iza-se n a r egião do cor po espir itu al equ ival en te a gar gan ta, por isso, l ar ín geo der ivado de l ar in ge. O qu e, especificam en te, sim bol iza fl or de l ótu s? É o sím bol o da pu r eza espir itu al . É u m a pl an ta aqu ática qu e vive em m eio l odoso, m as qu e expr essa el egân cia, bel eza, per feição e pu r eza. Segu n d o: Fr on t al Local iza-se n a r egião do cor po espir itu al equ ival en te a fr on te ou testa. Em seguida, tem os o ?centr o lar íngeo?, que pr eside aos fenôm enos vocais, inclusive às atividades do tim o, da tir eóide e das par atir eóides. Con tin u a Cl ar ên cio. Logo após, anotam os o ?centr o cer ebr al?, contíguo ao ?centr o cor onár io?, que or dena as per cepções de var iada espécie, per cepções essas que, na vestim enta car nal, constituem a visão, a audição, o tato e a vasta r ede de pr ocessos da inteligência que dizem r espeito à palavr a, à cultur a, à ar te, ao saber . É no ?centr o cer ebr al? que possuím os o com ando do núcleo endocr ínico, r efer ente aos poder es psíquicos. Jacob M el o, n o l ivr o Cu r e-se e cu r e p el os p asses, defin e as fu n ções de pon to m agn ético com o o cen tr o da cr iatividade, da expr essão, e, da von tade, r egu l ador do sistem a r espir atór io e l igado às gl ân du l as tir eoide e par atir eoide, por isso, adm in istr ador do sistem a esqu el ético. São in for m ações m u ito in ter essan tes! Cer tam en te, cr iatividade e von tade estão cl ar am en te l igadas, cr iar é m ater ial izar a von tade. Com o sabem os, fal ar é cr iar u m discu r so, u m a n ar r ativa, bem com o escr ever , pin tar , com por e escu l pir são expr essões cr iativas do espír ito. Ou tr o fato in ter essan te é a l igação deste cen tr o m agn ético com o esqu el eto. Ao obser var a postu r a física de u m a pessoa, seu sistem a esqu el ético, vem os o gr au de von tade ou a au sên cia da von tade.