Grupo Marcos - Magnetismo Grupo Marcos - Magnetismo | Page 50

A par tir deste encontr o, voltam os nossa atenção par a nossos cor pos: cor pos com postos de ener gias m ais densas e ener gias m ais sutis com o o cor po físico e o per ispír ito, que r epr esentam conjunto de cor pos dir igidos pelo espír ito.
É um estudo fascinante: r econhecer nossa dim ensão m enos gr osseir a e obser var de for m a pr ática e objetiva com o acontece nossa inter ação com as ener gias que nos cer cam. Com o assim ilam os as ener gias? Com o o m agnetism o atua em nós?
As ener gias m agnéticas nos envolvem e penetr am por m ilhar es de pontos e das m ais var iadas for m as, m as podem os afir m ar que existem pontos pr incipais de inter ação com as ener gias sutis.
Esses pontos for am cham ados de chacr as, centr os de for ça etc. Segundo as descr ições espír itas e não-espír itas, eles expr essam a im ensa beleza de nossa r ealidade espir itual: cor es, luzes, tonalidades e m ovim entos m ar avilhosos.
O qu e são Pon tos M agn éti cos Cen tr ai s
Tem os segundo a tr adição hindu e as infor m ações de Andr é Luiz sete pontos m agnéticos centr ais. São eles em or dem de im por tância: Cor onár io, Fr ontal, Lar íngeo, Car díaco, Gástr ico, Esplênico e Genésico.
Obser vação. As im agens que utilizam os abaixo for am r etir adas de um a apostila de estudioso Jacob M elo disponível na inter net.
Pr i m ei r o: cor on ár i o.
Localiza-se na r egião do cor po espir itual equivalente ao topo da cabeça, por isso, cor onár io de cor oa.
Na obra Ent re o Céu e a Terra, no capítulo 20, Conflit os da Alm a, Clarêncio, um espírito superior, orienta André Luiz e a outros que agem sob sua coordenação, sobre a função dos centros energéticos.
Iniciaremos cada item com um trecho desta explicação. Sobre o centro coronário, vejamos.
Ouvíam os as pr eciosas explicações, enlevados, m as Clar êncio, r epar ando que não nos cabia fugir do quadr o am biente, voltou-se par a a gar ganta enfer m a de Júlio e continuou:
? N ão nos afastem os das obser vações pr áticas, par a estudar com clar eza os conflitos da alm a. Tal seja a viciação do pensam ento, tal ser á a desar m onia no centr o de for ça, que r eage em nosso cor po a essa ou àquela classe de influxos m entais. Apliquem os à nossa aula r ápida, tanto quanto nos seja possível, a ter m inologia tr azida do m undo, par a que vocês consigam fixar com m ais segur ança os nossos apontam entos. Analisando a fisiologia do per ispír ito, classifiquem os os seus centr os de for ça, apr oveitando a lem br ança das r egiões m ais im por tantes do cor po ter r estr e. Tem os, assim, por expr essão m áxim a do veículo que nos ser ve pr esentem ente, o? centr o cor onár io? que, na Ter r a, é consider ado pela filosofia hindu com o sendo o lótus de m il pétalas, por ser o m ais significativo em r azão do seu alto potencial de r adiações, de vez que nele assenta a ligação com a m ente, fulgur ante sede da consciência. Esse centr o r ecebe em pr im eir o lugar os estí m ulos do espí r ito, com andando os dem ais, vibr ando todavia com eles em justo r egim e de inter dependência. Consider ando em nossa exposição os fenôm enos do cor po físico, e satisfazendo aos im positivos de sim plicidade em nossas definições, devem os dizer que dele em anam as ener gias de sustentação do sistem a ner voso e suas subdivisões, sendo o r esponsável pela alim entação das células do pensamento e o pr ovedor de todos os r ecur sos eletr om agnéticos indispensáveis à estabilidade or gânica. É, por isso, o gr ande assim ilador das