Grupo Marcos - Magnetismo Grupo Marcos - Magnetismo | Page 35

? Com o vê, nada existe de inútil na Casa de N osso Pai. Em toda par te, se há quem necessite apr ender , há quem ensine; e onde apar ece a dificuldade, sur ge a Pr ovidência. O único desventur ado, na obr a divina, é o espír ito im pr evidente, que se condenou às tr evas da m aldade. N ar cisa m anipulou, em poucos instantes, cer ta substância com as em anações do eucalipto e da m angueir a e, dur ante toda a noite, aplicam os o r em édio ao enfer m o, atr avés da r espir ação com um e da absor ção pelos por os. Aqu i está o pon to qu e n os in ter essa: as em an ações su tis do eu cal ipto e da m an gu eir a for am m an ipu l adas e apl icadas ao en fer m o! Com o? Por m eio da r espir ação e da absor ção da pel e, qu er dizer , col ocadas par a qu e el e as r espir asse e col ocada em su a pel e. O r esu l tado? O enfer m o exper im entou m elhor as sensíveis. Pela m anhã, cedo, o m édico obser vou, extr em am ente sur pr eendido: ? Ver ificou-se esta noite extr aor dinár ia r eação! Ver dadeir o m ilagr e da N atur eza! Zélia estava r adiante. Encheu-se a casa de alegr ia nova. Por m inha vez, exper im entava gr ande júbilo n?alm a. Pr ofundo alento e belas esper anças r evigor avam -m e o ser . Reconhecia, eu m esm o, que vigor osos laços de infer ior idade se haviam r om pido dentr o de m im , par a sem pr e. O qu e ver em os agor a é u m a in for m ação m ais pr eciosa. Vam os ol h ar com o os essên ios u til izavam de for m a sim pl es e pr ática seu s con h ecim en tos do m agn etism o do r ein o vegetal . O r el ato está n o l ivr o A Gr an d e Esp er a, n o capítu l o 16 ? O Pr im eir o Dia n o Povoado ? qu e con ta a ch egada de M ar cos n esse gr u po. A vontade Divina deter m inar a que o pr im eir o dia de M ar cos, no povoado essênio, ser ia um a sucessão de novidades alvissar eir as. Às pr im eir as hor as da m anhã, quando o astr o do dia m al sur gir a na fím br ia do hor izonte, os m eninos puser am -se de pé, no que for am seguidos por M ar cos, cujo cor ação banhava-se de im or tais lem br anças. Dem étr io, bem disposto com o os dem ais, convidou: ? M ar cos, nossa pr im eir a or ação é feita sob as ár vor es am igas do pom ar , onde r ealizam os exer cícios de r espir ação e dos m úsculos. Vam os até lá? Saír am alegr em ente, por tando alvíssim o pano de tecido gr osso sobr e os om br os. Junto ao poço, cir cundado de pedr as, fizer am dem or adas abluções! Dando-se as m ãos em cír culo em tor no do poço, elevar am cânticos e hosanas à água, cujos benefícios er am r econhecidos com o elem entos de vida. Vem os aqu i qu e a com pr een são sobr e o m agn etism o dos essên ios tam bém in cl u i o m agn etism o m in er al . A águ a ser á o tem a de n osso pr óxim o en con tr o, apen as r egistr e: elevar am cânticos e hosanas à água, cujos benefícios er am r econhecidos com o elem entos de vida. Con tin u em os. Fábio or ou com sim plicidade, invocando a Bondade Divina par a o novo dia: ? Senhor ! Per m iti que os Vossos Anjos am par em -nos o ideal e ilum inem -nos o cor ação neste novo dia, que a Vossa M iser icór dia nos concede. Sede conosco, que som os fr acos e im per feitos! Os com panheir os seguir am -no, contr itos, voltados par a os céus, num a tocante dem onstr ação da super ior vontade de atingir as altur as. Tudo er a novo par a M ar cos, que buscava secundar os am igos da m elhor m aneir a, fundam ente tocado de em oções. Logo a seguir , Fábio explicou: ? Vam os agor a aos exer cícios. N ossos instr utor es encar ecem a necessidade do nor m al desenvolvim ento de nossa or ganização física. N o pr im eir o dia de nossa estada aqui, já fom os conduzidos à ginástica, pela m anhã, e ficam os sabendo que as ár vor es são gr andes am igas de