Preguiça de ir para a faculdade, fui ao puteiro, chegando lá escolhi a que achei mais linda, 1,65m, pele branca, bunda grande e definida, seios médios, cabelos pretos e lisos até a cintura, olhos azuis supostamente chamava-se Aline, estando no quarto ela quase estranhou se não fosse a primeira vez, queria apenas conversar, até fez uma expressão facial de decepção, para isso com certeza ela somente ou na maioria das vezes trepava com aqueles ozinhos barrigudos, peludos, transpirando bebida e cigarro... Como não sou fã do catolicismo e derivados, preferi me confessar a ela ao invés de um padre, e para a minha surpresa, ela teve para comigo admiração, até revelou o verdadeiro nome, Vânia, mesmo eu contando os episódios do ônibus, agência de emprego, e da doceria, ela me teve admiração, disse que nha eu grande senso de jus ça, até desejou me dar de graça, nada de preconceito, mas não sou viado, ainda assim precisava terminar a noite com chave de ouro, deixei meu número de celular com ela e fui, foi amor meu à primeira vista... Cheguei em um bar e pedi uma dose bem servida de vodka sem gelo, paguei e na saída acendi um filtro vermelho...
- Me arranja um cigarro jão! Disse um nóia alemão de seus 30 anos.
Comecei a socá-lo até desmaiar, joguei uns três cigarros no seu corpo e disse:- O jão te arranja! O pessoal do bar não se espantaram, salvo por dois ou três caras, estavam acostumados a ver tal coisa. Vê se pode, é muita folga, além de me pedir cigarro fui chamado de vacilão...
Entrei em um táxi, este me deixou próximo ao cemitério, lá perto nha um bar, comprei uma garrafa de vinho seco, foi meu avô que me fez adorar essa bebida, bons tempos de xadrez, derramei um pouco no tumulo do vô Carlo e bebi o restante e fumei alguns cigarros, chorei por 5 minutos, bons tempos...
Acordei deita em cima do tumulo do vovô, 5 ligações perdidas, duas vindas de casa e três desconhecia, já me achando pensei, deve ser a Vânia... 09:00, terei muito que fazer hoje...
No mesmo bar que comprei vinho, lavei meu rosto e tomei um bom café acompanhado de um gostoso pão na chapa, café puro sem açúcar... Um sujeito com uma 38 tentou roubar o caixa quando estava eu pagando o que comi e bebi, consegui desarmá-lo, eu mais três funcionários espancamos o sujeito, ele desmaiou, não precisei pagar a conta, chamaram a polícia para prendê-lo, não mais estava presente neste momento...
- Pai, mãe, está é minha namorada! Vânia ficou sem voz, foi muito bem recebida por eles...
- Luciano, você é louco? Me perguntou baixinho no ouvido e sorridente.- Sim, sou sim! E a beijei. Em meu quarto transamos, foi muito bom, até arrisco em dizer que somente não transamos e sim fizemos amor...- Te amo! Disse bem baixo em meu ouvido quando gozei pela terceira vez.
- Posso me arrepender, mas também te amo seu louco! Respondeu ela sorrindo, disse que teve uns quinze orgasmos...
Ela queria que eu lhe apresentasse meus amigos, respondi que fiz recentemente algumas amizades no cursos de história mas meus dois verdadeiros amigos morreram, um de overdose e o outro por não ter pago o pó, isso me fez lembrar algo, matar traficantes, principalmente o que matou meu grande amigo Toni, comentei a Vânia, ela me pediu ajoelhada de pé junto que desejaria ver, devido a insistência deixei...
No mesmo bairro, com uma faca no bolso e de mãos dadas com minha linda namorada entrei em uma viela, lá estava meu safado xará que matará meu amigo... O cumprimentei e pedi dois pinos, quando ele virou para pegar tais em um furos de uma parede rei a faca...
- Aqui! Foi a ul ma coisa que o safado Luciano disse, passei a faca na sua garganta, o decapitei, no peito dele escrevi com a ponta da arma branca, Feliz Agora, com essa mesma faca, pela língua pendurei a cabeça do safado na parede, os dois pinos de pó introduzi no nariz do rapaz... Havia esquecido da Vânia, ela olhava o corpo sem cabeça sorrindo... Peguei ela pela mão e levei até uma loja de roupas de uma vizinha amiga da minha mãe, Vânia não era mais pros tuta, a linda era vendedora...
No dia matei mais dois traficantes e fiz parecido com o que fiz ao Luciano... A noite transei gostoso com Vânia, bebemos cerveja e dormimos de conchinha na minha cama...
Vânia foi trabalhar e eu fui matar, matei mais três traficantes de outras regiões, estavam pensando que eram policiais os autores dos crimes, até parece, eles não matariam seu ganha pão...
No período da tarde vi um flanelinha ameaçando riscar o carro de uma linda mulher, esperei ela sair para não se chocar com a cena, depois quebrei um jolo na cabeça do machão e como eles fazem nas latarias dos carros fiz em sua face, deixei toda arranhada, marcada com uma chave, apostava que iria se assustar quando acordasse.
Estava com cede, fui em um bar na galeria do rock, depois de tomar sozinho 9 garrafas de cerveja perguntei gritando:- Tem alguém aqui que é racista? Um branco careca se manifestou sorrindo – Cala boca seu cor de bosta! Quebrei uma das garrafas vazias ao meio e enfie tal no pescoço dele, re rei novamente e introduzi no olho direito, depois re rei novamente e finquei perto do coração, até hoje não sei se o racista imbecil sobreviveu; tomei o restante da nona garrafa e fui embora, já havia deixado tudo pago, gritei três vezes enquanto saia“ São Paulo está caó ca!”,
A cerveja me deu sono, sorte que havia um ônibus no Largo do Paissandú, este me deixaria próximo de casa, dormi a maioria do percurso, somente acordei pois uma
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