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FINAL
24 de maio de 1998
FC PORTO-SPORTING DE BRAGA, 3-1
Estádio Nacional, em Oeiras
O
ano do primeiro tetracampeonato da história
azul e branca também foi ano de dobradinha.
Para concretizá-la, o FC Porto somou a
impressionante quantidade de 32 golos em
seis jogos, marcando pelo menos três em cada um dos
encontros. E o jogador que mais faturou, como não podia
deixar de ser naquela época, foi Jardel, que teve uma
tarde de sonho a 17 de dezembro de 1997: no intervalo do
jogo frente ao Juventude de Évora, da quinta eliminatória,
saltou do banco ao intervalo para marcar sete golos
em apenas 42 minutos, ou seja, um golo em média a
cada seis minutos. Na final de Oeiras, o FC Porto bateu
o Braga com três golos de três jogadores brasileiros
– Aloísio, Jardel e Artur – ficando particularmente na
retina o último, que foi um belo pontapé de bicicleta.
FINALÍSSIMA
25 de maio de 2000
FC PORTO-SPORTING, 2-0
Estádio Nacional, em Oeiras
Tal como em 1993/94, FC Porto e Sporting
precisaram de uma finalíssima para decidir o
vencedor da Taça de Portugal de 1999/2000, e tal
como em 1993/94, foram os Dragões a conquistar o
troféu. Este foi o último título da carreira de Rui Barros, um
jogador pequeno em estatura, mas gigante no talento e na
inteligência, a quem o presidente Pinto da Costa dedicou a
10.ª Taça de Portugal erguida pelo FC Porto. A dedicatória
presidencial também chegou a Paulinho Santos, que não
pôde dar o seu contributo à equipa na finalíssima depois
de ser vítima de uma agressão bárbara de Acosta no jogo
da final. A cotovelada do avançado argentino no médio
portista atirou-o para o bloco de operações, mas Clayton
e Deco ofereceram-lhe a Taça de Portugal ao assinar os
golos da vitória do FC Porto na finalíssima (2-0), que se
seguiu ao empate (1-1) na final (golo de Jardel). No caminho
para a final, o FC Porto eliminou o Ribeira Brava (4-0), o
Sporting de Braga (4-1), o Fafe (3-0) e o Rio Ave (3-0).
REVISTA DRAGÕES AGOSTO 2020