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“Todos compreenderão que, para mim,
vê-lo [a Sérgio Conceição] entre as
duas taças é como se estivesse a
ver um filho ou neto. São momentos
de glória e que são inesquecíveis.”
OBJETOS DE UMA
ÉPOCA BRILHANTE
O plantel principal do FC Porto
não deixou apenas dois troféus no
Museu e doou também uma série
de objetos que têm um simbolismo
especial e que representam muito
daquilo que foi a caminhada
triunfal dos Dragões em 2019/20.
A geleira em que tantas vezes se
sentou Sérgio Conceição durante os
jogos; a camisola de Pepe, o jogador
mais antigo do plantel; a braçadeira
do capitão Danilo e de Nélson
Puga, o responsável máximo do
Departamento de Saúde do clube;
a bola do clássico com o Sporting
(2-0), no qual o FC Porto assegurou
matematicamente a conquista
do título nacional; as chuteiras
de Alex Telles, que destronou
Ricardo Quaresma como rei das
assistências (38) no Estádio do
Dragão, ou as luvas de Diogo Costa
são apenas alguns dos objetos
que poderão ser contemplados no
Museu FC Porto a partir de agora.
Mas há mais. A cadeira do sócio
número 17, o mais antigo com Lugar
Anual, também vai ter um espaço
próprio, tal como a gravata do
presidente mais titulado do mundo,
de forma a assinalar a conquista
do 62.º título no futebol sob a
liderança de Jorge Nuno Pinto da
Costa. Também há lugar para uma
máscara personalizada de Sérgio
Oliveira, um dos elementos do lote
de capitães, e para a braçadeira
que Luís Gonçalves, diretor-geral
dos Dragões, sempre levou para
o banco. Pequenos objetos que
demonstram a grandeza de
um grupo que superou todas
as adversidades e que honrou
sempre o símbolo do FC Porto.
REVISTA DRAGÕES AGOSTO 2020