ANDEBOL
SETEMBRO 2026 REVISTA DRAGÕES
“ ENERGIA E LUTA NUNCA VÃO FALTAR”
Guilherme Borges já era“ um apaixonado pela cidade do Porto”, mas neste verão mudou-se definitivamente para a Invicta, onde encontrou“ uma estrutura fantástica” que lhe permite“ pensar apenas em ser feliz e dar o máximo”. Apostado em“ mostrar muita garra e lutar com tudo para defender este emblema”, o pivô internacional brasileiro quer“ entregar tudo para o FC Porto vencer”.
ENTREVISTA de PEDRO DINIZ
Como surgiu o andebol na sua vida? Apesar de não ser uma modalidade tão forte no Brasil, o andebol é muito praticado nas escolas. Foi por um acaso que comecei a jogar: a minha escola tinha tradição no andebol e o único torneio que existia era esse. Já tinha praticado outras modalidades – futebol, voleibol e basquetebol –, porque gosto de desporto em geral, mas não me tinha saído bem em nenhum. Nesta primeira edição, destaquei-me e, por outro acaso, o melhor clube do Brasil ficava na minha cidade, então um professor levou-me a fazer um teste lá quando tinha sete ou oito anos. Como éramos muito jovens, na altura toda a gente ficava e comecei a ganhar gosto pelo andebol. Com dez anos, comecei a disputar competições a sério, já jogava nos sub-12 também, e sentia-me muito bem ao fazer parte de um grupo. Quando somos mais novos, além de jogar, queremos sentir-nos bem e foi isso que aconteceu. Estou muito grato a todos os que me ajudaram nessa primeira etapa.
Estava familiarizado com o andebol e acompanhava a modalidade? Não. Zero mesmo. No Brasil, não tínhamos transmissão de jogos sequer. Só a partir do momento em que comecei a jogar é que entro nessa cultura e
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