ENTRE LINHAS
SETEMBRO 2026 REVISTA DRAGÕES
O CLÁSSICO ABRIU ESPAÇO
O FC Porto passou quatro jornadas a contrariar a ideia de que vencer exige repetir a receita. Resolveu o jogo em Viseu antes do intervalo, respondeu a duas desvantagens e chegou ao clássico para colocar três médios no marcador. O caminho mudou todas as semanas, mas o resultado, com manifesta falta de imaginação, foi sempre o mesmo. A sétima vitória deixou o Benfica a cinco pontos e o Sporting a seis.
Em Viseu, o FC Porto resolveu a contabilidade antes do intervalo. André Silva abriu a conta aos cinco minutos, Gabri Veiga acrescentou o segundo aos 20 e William Gomes fechou-a aos 38. O Académico ainda tinha mais de uma parte para discutir o resultado, mas já precisava de três golos para que a discussão tivesse consequências. No Fontelo, o campeão levou pouco tempo a esclarecer ao que ia. A pressa teve três autores. Um ponta de lança, um médio e um extremo chegaram ao golo, uma distribuição pouco simpática para quem procurasse resolver o problema com uma marcação individual. André Silva encarregou-se do arranque, Gabri aumentou a margem e William deixou o intervalo com escassa utilidade para o suspense. Restava perceber se o FC Porto manteria a seriedade depois de conquistar tamanho conforto. Gabri Veiga juntou um golo, uma assistência e o prémio de melhor em
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