Dragões #477 Ago 2026 | Page 72

ANDEBOL
AGOSTO 2026 REVISTA DRAGÕES
“ PARA QUALQUER MIÚDO QUE AMBICIONA CHEGAR LONGE NO ANDEBOL, UM DOS SONHOS É JOGAR A LIGA DOS CAMPEÕES. ERA UM SONHO QUE TINHA DESDE MUITO MIÚDO.”
Na apresentação aos adeptos, Xavier Barbosa sentiu o apoio dos novos companheiros, que o puxaram para cima, desejaram-lhe boa sorte e o ajudaram a jogar sem pressão. grandes competições. Isso facilitou a minha integração no plantel, na fluidez do jogo e na diminuição dessa pressão.
A pré-época trouxe-lhe tudo o que esperava encontrar no FC Porto? Esta pré-época foi muito exigente, que era algo que esperava e que é o necessário para uma pré-época. Penso que cumpriu e até superou as minhas expectativas. Já tivemos a possibilidade de jogar com o Veszprém, um dos grandes clubes europeus contra o qual iremos jogar na Liga dos Campeões. Essas partidas de pré-época têm sido muito enriquecedoras e têm superado bastante as minhas expectativas.
Há, efetivamente, uma família no balneário? Sim, há. Não só no balneário, mas também nos jogos e nos treinos. No entanto, estamos só no início, os laços ainda são poucos com os que ainda não conheci, mesmo com os que já conhecia tenho a certeza de que vamos formar laços mais fortes, o que é necessário para estarmos na nossa melhor versão.
Como é que via o clube antes de o viver por dentro? Sempre vi o FC Porto como um clube com bastante exigência, um grande clube que luta por todos os títulos, por todos os jogos, que sabe que tem de ganhar. Viver isso por dentro é realmente muito bom e espero estar à altura da grandeza do FC Porto.
Chegou do Avanca com fama de goleador. O que podem os adeptos esperar de si nesta época de estreia? Não sei se conseguirei manter essa preponderância de goleador que tinha no Avanca, mas, como é óbvio, a minha garra e a minha vontade de dar o máximo em campo estarão sempre presentes. Vou continuar a trabalhar diariamente para poder manter essa fama.
A nível doméstico, o treinador já apontou à reconquista do campeonato. O que é preciso para o conseguir? No meu ponto de vista, precisamos de estar bastante unidos, de criar laços muito fortes entre nós – acredito mesmo que isso é o mais importante para conseguirmos recuperar o título – e temos de acreditar que podemos ganhar a toda a gente, jogar cada jogo para ganhar. Assim, certamente estaremos mais próximos de ganhar qualquer jogo, ainda mais quando tivermos a força dos adeptos em casa.
Em termos internacionais, vai estrear-se na Liga dos Campeões. Era um sonho? Para qualquer miúdo que ambiciona chegar longe no andebol, um dos sonhos é jogar a Liga dos Campeões. Era um sonho que tinha desde muito miúdo, fiquei bastante contente com o wildcard atribuído ao FC Porto e estou bastante contente e empolgado por jogar a Liga dos Campeões.
O grupo tem adversários de muito valor. Divide-se entre a felicidade de poder jogar nos maiores palcos europeus e a responsabilidade de não haver margem de erro? Jogar contra os melhores jogadores do mundo é uma grande motivação, mas sabemos que a margem de erro é menor quando os defrontamos. Ainda assim, acredito que a nossa motivação vai deixar-nos ainda mais focados e isso fará com que diminuamos o número de erros.
Vão defrontar nomes como o Luka Cindrić, o Nédim Remili e o inevitável Mathias Gidsel. São referências? Sim, principalmente o Mathias Gidsel, que é a minha maior referência. Calharmos no grupo do Füchse Berlim
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