Dragões #475 Jun 2026 | Page 65

Entre saídas e entradas e um sem número de lesões, o plantel comandado por Fernando Sá cerrou fileiras, uniu-se para devolver o clube ao topo da modalidade e permitiu ao treinador conquistar um título que já tinha festejado como jogador e capitão. No que diz respeito ao basquetebol portista, esta foi a 13.ª vez que a maior competição interna se pintou de azul e branco e até os astros se alinharam para que a festa fosse feita num Dragão Arena em absoluta efervescência. Até chegar o dia da festa, o caminho foi longo e sinuoso, a começar pela fase regular, que o FC Porto terminou na terceira posição, atrás de Benfica e

Sporting. As incidências que marcaram os primeiros meses da época azul e branca refletiram-se nos resultados obtidos nesse primeiro momento da temporada: 15 vitórias e sete derrotas em 22 jogos e a certeza de que o caminho nos playoffs também seria mais complicado. Ainda assim, os bons sinais deixados na antecâmara da fase a eliminar eram sinónimo de esperança. E a verdade é que ninguém esperava o que vinha aí. Como terceiro classificado, o FC Porto começou por defrontar o Imortal nos quartos de final e não deu qualquer espaço para surpresas, pois decidiu uma eliminatória disputada à melhor de três jogos com dois triunfos expressivos, no Dragão Arena( 88-66) e em Albufeira( 79-102).
No centro do Dragão Arena, dez anos de espera desfizeram-se em festa: o FC Porto voltou ao topo do basquetebol português.
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