Dragões #474 Mai 2026 | Page 78

ESPECIAL CAMPEÕES
MAIO 2026 REVISTA DRAGÕES
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1995 / 96

1997 / 98
PRESIDENTE Pinto da Costa TREINADOR Bobby Robson
PRESIDENTE Pinto da Costa TREINADOR António Oliveira

1994 / 95

PRESIDENTE Pinto da Costa TREINADOR Bobby Robson
O primeiro título do penta nasceu entre dor e grandeza. Rui Filipe, autor do primeiro golo portista nesse ciclo, morreu num acidente de viação e deixou uma ferida aberta numa equipa que nunca deixou de competir. Bobby Robson conduziu o FC Porto até ao topo, assumindo a liderança definitiva à 11.ª jornada. A festa fez-se em Alvalade, precisamente o estádio de onde o treinador inglês tinha sido despedido um ano antes. Domingos marcou o golo da vitória e abriu uma dinastia que ainda ninguém sabia até onde iria.
Com a vitória a valer três pontos, o FC Porto respondeu com 84. Robson enfrentou problemas de saúde, Augusto Inácio segurou o comando e o treinador inglês regressou a tempo de assistir à reta decisiva, incluindo uma vitória por 3-0 sobre o Benfica. O título confirmou-se depois do triunfo sobre o Salgueiros nas Antas e do empate encarnado em Campo Maior. Domingos foi o melhor marcador da Liga, com 25 golos, e Vítor
Baía manteve a baliza fechada durante 1044 minutos. O bi tinha músculo e classe.

1996 / 97

PRESIDENTE Pinto da Costa TREINADOR António Oliveira
Sem Bobby Robson e sem Vítor Baía, ambos no Barcelona, o FC Porto recomeçou sem perder altura. António Oliveira recebeu reforços determinantes, entre eles Zahovič, Sérgio Conceição e Jardel, que marcou 30 golos logo na época de estreia na liga. Os Dragões assumiram a liderança à oitava jornada, com uma goleada sobre o Sporting de Espinho, e confirmaram o título em Guimarães, com novo triunfo expressivo. Era o primeiro tricampeonato da história do FC Porto. A equipa mudava de protagonistas, mas não mudava de lugar.
O FC Porto já era líder à segunda jornada e fez do campeonato uma longa demonstração de superioridade. Jardel continuava a marcar com uma regularidade quase industrial, Zahovič acrescentava imaginação, Capucho e Drulović davam largura e alma, e a equipa parecia demasiado forte para a concorrência. O título ficou fechado nas Antas, frente ao Boavista, com golos de Sérgio Conceição, Paulinho Santos e Zahovič. O tetra rebentou em abril, ainda com margem para respirar.
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