1989 / 90 |
1992 / 93 |
||||||||
PRESIDENTE Pinto da Costa TREINADOR Artur Jorge |
PRESIDENTE Pinto da Costa TREINADOR Carlos Alberto Silva |
||||||||
A época começou com mudanças profundas no plantel e algum nevoeiro competitivo, mas Artur Jorge voltou a encontrar o caminho. O FC Porto isolou-se no comando à nona jornada, depois de vencer o Feirense, e confirmou o título à antepenúltima ronda. Jorge Couto fez o único golo na receção ao Vitória de Setúbal e garantiu a margem necessária para deixar o Benfica fora de alcance. Para Artur Jorge, era o terceiro campeonato nacional como treinador do FC Porto, somando as duas passagens pelas Antas. |
1991 / 92 PRESIDENTE Pinto da Costa TREINADOR Carlos Alberto Silva
|
Carlos Alberto Silva devolveu o FC Porto ao primeiro lugar em 1991 / 92, numa época construída ombro a ombro com o Benfica e resolvida no último terço da prova. A vitória na Luz, por 3-2, com golos de João Pinto, Kostadinov e Timofte, ajudou a inclinar definitivamente o campeonato. O título foi garantido no Bessa, frente ao Salgueiros, com um golo solitário de Kostadinov. Vítor Baía esteve 1191 minutos sem sofrer golos e a equipa terminou com dez pontos de vantagem. Defesa de ferro, ataque certeiro, campeão inequívoco. |
O segundo campeonato consecutivo de Carlos Alberto Silva ficou marcado por uma corrida em que o FC Porto liderou durante grande parte da prova, perdeu provisoriamente o comando e voltou a agarrálo no momento certo. A decisão chegou em Aveiro, na penúltima jornada, contra o Beira-Mar. Timofte fez o único golo do jogo e transformou a última ronda, nas Antas, num exercício de consagração. O FC Porto voltava a ser bicampeão, com a serenidade das equipas que sabem sofrer a época sem perder o destino. |
Na galeria dos campeões nacionais pelo FC Porto, Vítor Baía ocupa o lugar mais alto. O guardaredes somou dez títulos de azul e branco, mais do que qualquer outro jogador na história do clube. Logo atrás surge João Pinto, capitão de tantas batalhas e símbolo maior de continuidade, com nove campeonatos conquistados. O pódio simbólico fecha-se com Jorge Costa e José Semedo, ambos com oito títulos, dois nomes separados por épocas diferentes, mas unidos pela mesma matéria: liderança, pertença e hábito de vencer. |
|||||
77 |