VOLEIBOL
MARÇO 2026 REVISTA DRAGÕES vaga na grande final, graças aos golpes certeiros de Shainah Joseph e de Natalia Murek, mas sobretudo à imponência do bloco de Kelsey Veltman, que acabaria por ser eleita MVP da final four. O desfecho ficaria selado no dia seguinte, numa final com pronúncia do Norte. Assim que soaram as nove badaladas, o apito ecoou na Cidade Europeia do Desporto para dar início a uma noite de grandes decisões. Em campo entraram FC Porto e SC Braga, duas formações que partilhavam o mesmo objetivo: erguer o tão desejado troféu. As portistas adiantaram-se no marcador, mas as bracarenses responderam à altura e deixaram o desfecho em aberto antes de um terceiro set recheado de emoções. Quando o controlo do jogo parecia estar a fugir por entre os dedos, uma recuperação inesperada trouxe-o de volta para o lado azul e branco e, no meio da dúvida, surgiu a certeza de que a Taça não voltaria a escapar.
AS VOZES DE COMANDO À frente de uma grande equipa está sempre um grande treinador que se esforça por“ representar bem o clube e as pessoas” e por somar“ conquistas que engrandecem o FC Porto”, mas Miguel Coelho não ergueu o troféu sozinho e fez questão de o partilhar com“ uns adeptos incríveis” que“ trazem energia, competitividade e agressividade” e ajudam o grupo“ a elevar o nível”.
“ As condições que o clube providencia resultam em vitórias e títulos” e foi graças à“ mentalidade enraizada no FC Porto” que o voleibol trouxe mais uma Taça para a Invicta, fazendo as delícias de“ uma família muito grande dentro e fora de campo” e de um técnico que não se cansa de“ ver tanta gente apaixonada e a vibrar pelo clube”.“ O objetivo do FC Porto é ganhar títulos” e Mário Santos, diretor desportivo das modalidades, não escondeu a“ enorme alegria” por“ a equipa de voleibol ter conseguido concretizar” um dos objetivos da época sem“ atirar a toalha ao chão”, como mandam os manuais do bom portismo.
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