“ Ele ajudou a construir o ADN do clube, é uma parte da história do FC Porto, uma história com cores mais bonitas do que as do dia de hoje”, afirmou António Tavares.
TEMA DE CAPA
JULHO 2025 REVISTA DRAGÕES
Para António Tavares, presidente da Mesa da Assembleia Geral,“ a perda de Jorge Costa é significativa para o FC Porto”, não apenas pelo seu percurso como jogador e dirigente, mas sobretudo pelo impacto na cultura do clube.“ Ele ajudou a construir o ADN do clube, é uma parte da história do FC Porto, uma história com cores mais bonitas do que as do dia de hoje”, afirmou.“ O exemplo do Jorge vai exatamente nesse sentido: os campeões reagem sempre. A equipa vai reagir, porque ele transmitia uma mensagem de otimismo e de expectativa quanto ao futuro”. Também Fernando Freire de Sousa, vice-presidente do Conselho Superior, recordou Jorge Costa como um dos jogadores mais vitoriosos do clube, destacando a sua relevância histórica:“ Diria que é um dos dez mais importantes da história do FC Porto. Foi o homem que levantou a nossa taça da Liga dos Campeões. Enquanto cidadão, esteve sempre do lado certo— quando escolheu o FC Porto, quando saiu para treinar, e quando regressou para renovar uma liderança que precisava de ser renovada. Morreu nesse posto, a servir o clube”. Angelino Ferreira, presidente do Conselho Fiscal e Disciplinar, destacou o caráter e o sentido de missão do antigo capitão, com quem partilhou alguns dos momentos mais marcantes da história recente do FC Porto:“ É um dia triste, não só para o FC Porto, mas também para o futebol português e para a cidade do Porto. O Jorge era um homem dos bons, frontal, corajoso. Sai quando não se sente bem e regressa quando entende que deve regressar. Era uma peça fundamental nesta equipa diretiva. Estava motivado, envolvido, e acreditava no que o futuro podia trazer. Lamentamos profundamente a sua partida, mas estamos imbuídos do mesmo espírito ganhador que ele tão bem representava.” As palavras dos três dirigentes reforçaram o sentimento transversal no seio do clube: Jorge Costa não foi apenas um grande jogador, foi um símbolo de liderança e coragem.
“ Ele ajudou a construir o ADN do clube, é uma parte da história do FC Porto, uma história com cores mais bonitas do que as do dia de hoje”, afirmou António Tavares.
Rui Pedroto, Fernando Freire de Sousa e António Tavares a caminho da cerimónia religiosa celebrada na Igreja de Cristo Rei, no Porto
55