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Fig. – 3 Utilização da petição eletrônica pela Geração X Fonte: dados da pesquisa Conforme a Fig. 1, a geração X representa 24% dos entrevistados. A Fig. 3 apresenta como foi a utilização da petição eletrônica por essa geração. Das 4 (quatro) advogadas entrevistas, 3 (três) demonstraram dificuldades com relação à utilização da petição eletrônica pela primeira vez. A respeito das facilidades e celeridade nas operações, acreditam que o fato de não terem que se deslocar de seus escritórios até a Vara de Execuções Penais para protocolar petição, contribui na celeridade das operações, proporcionando a elas comodidade. As dificuldades enfrentadas esporadicamente estão relacionadas com o congestionamento no sistema PROJUD. A falta de padronização nos sistemas, também é uma dificuldade apontada pelas entrevistadas desta geração. O fato dos Tribunais Brasileiros não adotarem o mesmo sistema de peticionamento eletrônico impossibilita a comunicação entre eles ocasionando desta forma, morosidade processual. Zamur Filho (2011, p. 17) afirma que “[...] a efetividade do Processo Judicial Eletrônico depende em maior medida da integração e padronização das funcionalidades de vários sistemas informáticos (dentro e entre os tribunais) [...]”. Contudo, caracterizando-se a geração X como “[...] a primeira geração que verdadeiramente domina os computadores e representa a Era da Informação [...]” (Conger, 1998, p, 132), entre esta pequena amostra de entrevistados, foi detectado uma recepção negativa, barreiras na operacionalidade e desmotivação para aprendizagem do sistema de peticionamento eletrônico. Fig. – 4 Utilização da petição eletrônica pela Geração Y Fonte: dados da pesquisa 403