De Pompei a Pompeia De Pompei a Pompeia - Miolo - A5 136pag | Page 115
sofisticado. Com três colheitas ao ano, a cidade era dotada de
uma terra fértil. Milho, legumes, olivas e videiras eram abun-
dantes. A cidade era o local de mercados e artesãos, sendo um
aglomerado bairrista, no espaço de três quilômetros, cercada por
muros com oito entradas. Estalagens, adegas, barbeiros, bordéis
e salas termais eram os chamarizes para os ricaços romanos.
Seus habitantes tinham verdadeira habilidade na arte hidráulica.
Cultuavam seus deuses, mas dois deles sobressaiam-se como seus
patronos: Vênus, deusa do prazer, e Dionísio, também chamado
de Baco, deus do vinho, das bacanálias. Entretanto, tudo acabou
em lama fervente.
E a cidade de Herculano? Foi varrida por uma torrente de
lavas incandescentes. Não caíram cinzas e pedras, fato que permi-
tiu, aos herculanos, tempo suficiente para fugir e ainda pegar
seus tesouros. Diante disso, não mais que cinquenta pessoas
desapareceram.
[[IMAGEM]]
Mapa da região de Pompeia
Imagem do Google
Pompeia não era das mais importantes cidades. Mas suas
ruínas, ainda mantidas intocáveis, tornaram-se objeto de estu-
dos e de turismo. Perto da baía de Nápoles, onde se achava um
planalto de lava antiga, ficava a cidade próxima do monte Vesú-
vio, a menos de 1.500 metros. Fazia parte da história da Campânia,
situada abaixo de Roma, junto aos golfos de Nápoles e Salermo.
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