Congresos y Jornadas Didáctica de las Lenguas y las Literaturas - 1 | Page 992

todologia que sustenta as SD é preciso ajustar o seu modelo didático, sob o risco de desconstruir os fundamentos desse procedimento de ensino da língua. Referências ANTUNES, I. (2003). Aula de português: encontro & interação. São Paulo: Parábola. BALTAR, M.A.R.; GASTALDELLO, M.E.; LIPP, B. M.; CAMELO, M. A. (2008). Notícia Radiofônica: apropriação de um gênero de texto na implantação de rádios escolares. Signo (UNISC. Online), v. 33, p. 96-116. BARROS, E. M. D. de (2012). Transposição didática externa: a modelização do gênero na pesquisa colaborativa. Raido, (UFGD), Dourados-MS, v.6, n.11, p.11-35. ____ (2014). O gênero textual como articulador entre o ensino da língua e a cultura midiática. Campinas: Pontes Editores. BARROS, E. M. D. de; NASCIMENTO, E.L. (2007). Gêneros textuais e livro didático: da teoria à prática. Linguagem em (Dis)curso, Tubarão/SC, v.7, n.2, p.241-270. BONINI, A. (2003). Os gêneros do jornal: o que aponta a literatura da área de comunicação no Brasil? Linguagem em (Dis)curso, Tubarão, v. 4, n. 1, p. 205-231. ____ (2011). Jornal escolar: gêneros e letramento midiático no ensino-aprendizagem de Linguagem. RBLA, Belo Horizonte, v. 11, n. 1, p. 149-175. BRASIL. Ministério da Educação. (1998) Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental – Língua Portuguesa. Volume: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília: MEC/SEB. ____ (2006). Orientações Curriculares para o Ensino Médio: linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília: SEB/MEC. 976 Investigación y Práctica en Didáctica de las Lenguas