Congresos y Jornadas Didáctica de las Lenguas y las Literaturas - 1 | Page 983

adaptações para de “aclimatizar” ao novo contexto – agora com fins didáticos, no nosso caso, voltados para a aprendizagem da Língua Portuguesa e dos instrumentos de comunicação disponibilizados pelo arquitexto jornalístico. Pelo Quadro 1 é possível visualizar a influência de cada contexto de produção no plano global dos jornais: um com fins comerciais, outro com fins didáticos. Ambos pautados na centralidade dos propósitos desse veículo de comunicação: relatar e comentar acontecimentos/temas atuais. Ou seja, o jornal escolar é um “simulacro” do seu objeto de referência social, é nele que ele se pauta, mas sem perder de vista sua própria situação de produção. O próximo foco de análise é o processo de seleção dos gêneros para compor o jornal escolar. Essa parece uma decisão simples, mas requer uma visão global do projeto, por isso a etapa apresentada anteriormente é essencial: a modelização didática do jornal. É ela que dá suporte a esse processo de seleção. Para mostrar essa etapa, trazemos, a seguir, o Quadro 2 com os gêneros inventariados no Jornal Folha de Londrina147 (nosso objeto teórico), Quadro 2 – Gêneros do jornal-modelo X gêneros do jornal escolar GÊNEROS VEICULADOS PELO JORNAL FOLHA DE LONDRINA 1) Agenda 2) Anúncio classificado 3) Anúncio publicitário comercial 4) Artigo de opinião 5) Carta do leitor 6) Chamada de capa 147 GÊNEROS SELECIONADOS PARA COMPOR O JORNAL ESCOLAR Centrais 1) Artigo de opinião 2) Carta ao leitor 3) Carta do leitor 4) Enquete 5) Ficha técnica (conjugado) Inventário feito por alunos de iniciação científica vinculados a nosso projeto de pesquisa (mencionado na introdução deste artigo). Investigación y Práctica en Didáctica de las Lenguas 967