Congresos y Jornadas Didáctica de las Lenguas y las Literaturas - 1 | Page 328

sumir uma outra relação com os gêneros textuais e a formação dos alunos, seja na escola de educação básica, seja no nível superior. Assim, a universidade precisa assumir o seu papel de agência de letramento e participar ativamente do processo de letramento acadêmico de seus alunos, seja na graduação ou na pós-graduação. Para isso, é preciso um olhar atento aos gêneros textuais produzidos nesse espaço e uma forma de fazer isso seria a elaboração de modelos didáticos, já que eles nos permitem perceber a complexidade de um gênero e o que ele demanda de conhecimento do agente produtor acerca das condições de produção, da apropriação de estruturas linguístico-discursivas, de organizadores textuais e dos aspectos não-verbais. Referências BRONCKART, Jean-Paul (1999). Atividade de linguagem, textos e discursos: por um interacionismo sociodiscursivo. 1ª ed. Trad. Anna Rachel Machado. São Paulo, Educ. _______________________ (2008). O agir nos discursos: das concepções teóricas às concepções dos trabalhadores. Tradução: Anna Rachel Machado, Maria de Lourdes Meirelles Matêncio. Campinas, SP: Mercado de Letras. ______________________ (2006). Atividade de linguagem, discurso e desenvolvimento humano. 1ª ed. Trad. Anna Rachel Machado; Maria Lucia Meirelles Matêncio. Campinas, Mercado de Letras. CASTILHO, A. T (1989). Para o estudo das unidades discursivas no português falado culto no Brasil. In CASTILHO, A T. (org.) Português falado culto no Brasil. Campinas: UNICAMP, p. 249-279. KATO, Mary A (1986/ 2009). No mundo da escrita: Uma perspectiva psicolinguística. 7 ed. São Paulo: Ática. KLEIMAN, Ângela B. (org.) (1995). Os significados do letramento: Uma nova perspectiva social da escrita. Campinas: Mercado de Letras. 312 Investigación y Práctica en Didáctica de las Lenguas