Coleção “Passaporte Literário” Jorge Amado: breve incursão literária | Seite 21

Minha criação romanesca é da intimidade, da cumplicidade com o povo. Aprendi com o povo e com a vida, sou um escritor e não um literato (...)  (Amado, 1992, p.14). Essa perspectiva, típica do realismo social, é percebida na fala dos trabalhadores da lavoura cacaueira, das periferias de Salvador ou dos palavrões dos meninos de rua, dos malandros da beira do cais da capital baiana.