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pessoais e comerciais no mundo cibernético em uma instituição de ensino
como o CEFET-MG foi muito importante, principalmente por entender que
esse é um dos papéis das instituições tecnológicas. O público reagiu de forma
positiva ao tema, se mostrando bastante interessado e discutindo situações
reais que acontecem no âmbito de uma sociedade cada vez mais digital. O
debate teve também a colaboração do delegado César Matoso, da Delegacia
Especializada em Investigação de Crimes Cibernéticos e do Raphael Bastos,
fundador do Área 31 Hackerspace, que enriqueceram ainda mais o evento e
colaboraram para o aprendizado de todos. Dos assuntos e palavras chave que
surgiram durante as discussões, destacaram-se: censura, o marco civil da
internet, hacker, cracker, interação entre usuários, injúria, calúnia, assédio e
crimes. O contato direto com o público foi fantástico, pois propiciou aplicar
conhecimentos teóricos para discutir, analisar e ajudar a formar senso crítico
relacionado à segurança da informação.
Do ponto de vista da organização, o evento se mostrou preparado e aco-
lhedor. Os organizadores e colaboradores tinham a orientação necessária
para manter o funcionamento satisfatório do evento, mesmo em situações
adversas. A apresentação e condução dos debates também foram destaque,
cumprindo com a intenção de estimular a discussão a partir da interação.
Por fim, os recursos tecnológicos desenvolvidos pela equipe do Ciência, café
e cultura, que proporcionaram a participação do público, gerando nuvens de
tags e colaborando para a formação das questões, tiveram papel fundamen-
tal no envolvimento do público com o tema.
Clever de Oliveira Júnior
Servidor técnico-administrativo - Secretaria de Governança da Informação CEFET-MG
Crimes cibernéticos / Debatedor / Intervenção Musical
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