elemento da envolvente isoladamente , assim como o nível de pressão sonora global , gerado no compartimento recetor , por todos os elementos da envolvente , respetivamente para os casos de estudo I e II . Desta forma , é possível perceber quais os elementos da envolvente do espaço que mais contribuem para a geração de ruído do compartimento ( nestes casos as paredes divisórias ) e , em caso de necessidade , quais os elementos que devem ser isolados acusticamente .
Na Fig . 6 e na Fig . 7 realiza-se a comparação entre os níveis da pressão sonora obtidos pelo método proposto e pela medição direta de ruído , através da sobreposição das curvas em banda de frequência , para cada um dos casos de estudo . Observa-se que , apesar do resultado não ser exato , existe um ajuste aceitável entre as duas curvas , pelo que o método proposto pode ser utilizado em ambos os casos .
Figura 6 . Comparação entre os níveis de pressão sonora obtidos pelo método proposto e pela medição direta ( caso de estudo I ).
Conclusões
Figura 7 . Comparação entre os níveis de pressão sonora obtidos pelo método proposto e pela medição direta ( caso de estudo II ).
Nas situações em que é necessário isolar acusticamente os espaços , é necessário conhecer a contribuição de cada um dos caminhos de transmissão de ruído , de modo que a intervenção seja o mais eficaz possível . Foi nesse sentido que se desenvolveu uma nova metodologia como alternativa ao método clássico utilizado na determinação do isolamento sonoro de um compartimento .
A metodologia desenvolvida irá permitir adquirir resultados mais rigorosos
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