Morrer no Semiárido brasileiro: secularidade, avanços e desafios
últimos grupos estiveram em crescimento
no período. As Causas Mal Definidas tiveram
um importante decrescimento entre os anos
2000 e 2010 para ambos os sexos, ficando
neste último ano na casa dos 10%.
Por sua vez, as Doenças Endócrinas e do
Aparelho Respiratório estiveram em alta,
ganhando relevância no Semiárido na
comparação dos extremos do período.
Considerando os sexos, observa-se uma
grande diferença nas Causas Externas,
sendo maior para o sexo masculino, o que
pode explicar em parte por serem as Causas
Mal Definidas mais elevadas para o sexo
feminino. Exceto na categoria “Outros” e nas
Causas Externas, os percentuais foram mais
elevados para o sexo feminino.
Nos Gráficos 4 e 5 encontram-se os
percentuais de óbitos segundo os principais
grupos de causas de morte, respectivamente
para os sexos masculino e feminino para os
anos censitários no período de 1980 a 2010
e no ano de 2014, no Semiárido brasileiro.
Teve-se um crescimento aproximadamente
constante dos anos de 1980 a 2000 para
todas as causas em ambos os sexos, tendo as
Doenças Circulatórias os níveis mais elevados.
No período seguinte (2000-2010) houve
uma aceleração no ritmo de crescimento,
perdendo certo fôlego posteriormente,
exceto para as neoplasias em ambos os sexos.
Gráfico 2. Percentual de óbitos no Semiárido brasileiro por grupos de causas de morte para os
homens, 2000, 2010 e 2014.
Fonte: Brasil, Ministério da Saúde/SIM, 2000, 2010, 2014.
Gráfico 3. Percentual de óbitos no Semiárido brasileiro por grupos de causas de morte para as
mulheres, 2000, 2010 e 2014.
Fonte: Brasil, Ministério da Saúde/SIM, 2010, 2010, 2014.
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Série Iniciados v. 23