Fotoluminescência envolvendo estados de transferência de prótons intermoleculares em complexos de íons lantanídeos
Figura 24. Curvas de decaimento da luminescência para os complexos [Eu(DBM) 3 (NA2APM)]
e [Eu(DBM) 3 (NTF2APM)], com emissão monitorada na transição hipersensível 5 D 0 → 7 F 2 , e
excitação em 394 nm.
[Eu(DBM) 3 (NA2APM)]
1,0
0,8
[Eu(DBM) 3 (NTF2APM)]
1,0
τ = 0,367 ms
R = 0,998
τ = 0,149 ms
R = 0,994
0,8
0,6
0,6
0,4 0,4
0,2 0,2
0,0 0,0
0
1
2
3
4
5
6
0
1
2
Time (ms)
3
4
5
6
Time (ms)
Figura 25. Curvas de decaimento da luminescência para os complexos [Eu(TTA) 3 (NA2APM) 2 ]
e [Eu(TTA) 3 (NTF2APM) 2 ], com emissão monitorada na transição hipersensível 5 D 0 → 7 F 2 , e
excitação em 394 nm.
[Eu(TTA) 3 (NTF2APM) 2 ]
1,0
τ = 0,591 ms
R = 0,999
0,8
[Eu(TTA) 3 (NA2APM) 2 ]
1,0
τ = 0,527 ms
R = 0,998
0,8
0,6
0,6
0,4 0,4
0,2 0,2
0,0 0,0
0
1
2
3
4
5
6
Time (ms)
0
1
2
3
4
5
6
Time (ms)
Com base na Tabela 4, é possível
analisar as propriedades luminescentes dos
complexos que foram quantitativamente
investigadas, a partir dos parâmetros de
intensidade experimental Ω 2 e Ω 4 , as taxas
de decaimento radiativas, as não radiativas
e as totais, A rad , A nrad , A total , respectivamente,
assim como a eficiência quântica de
luminescência, η. Os valores do parâmetro de
intensidade Ω 2 depende da polarizabilidade
do ligante que é um fator importante para
a descrição da hipersensibilidade das
transições intraconfiguracionais-4f dos íons
lantanídeos.
Série Iniciados v. 23
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