“Sim! A gente tem o que dizer!” (e-book) | Page 52
Querem as árvores cortar,
Todos os peixes envenenar
E com os animais acabar.
Vamos nos conscientizar!
Das nossas árvores cuidar,
O alto mar preservar
E os nossos animais amar.
Charge por: Júlia Eloisa
TERRA TECNOLÓGICA
Por Gabriel Ryan, Juthalles Pereira, Nicollas
Bueno e Pablo S.
Um dia, eu estava em minha sala de estar
mexendo em meu computador – fazendo um
trabalho escolar sobre tecnologia – quando vi uma notícia na televisão e me
perguntei o que estava acontecendo com os computadores que eram
descartados. O que essas pessoas faziam com estas sucatas? Será que eles
eram reciclados para fazer peças melhores? Ou será que eles eram
simplesmente jogados fora?
É engraçado que, pensando nisso, lembro de quando ganhei o primeiro
computador do meu tio – juro que não esperava isso dele. Me senti muito alegre
e mal via a hora de ligá-lo. Recordo que ele era da Positivo, um PC de CPU,
mouse e teclado bem ruinzinhos, e eu só o usava para fazer pesquisas.
Após alguns anos, eu mesmo descartei o PC antigo, mas, antes de deixá-
lo de lado, levei-o ao técnico para ver se tinha conserto. O especialista disse não
havia jeito, mas tinha como vender as algumas peças e foi exatamente o que eu
fiz.
Após minha recordação, finalmente voltei ao meu foco, que era a
pesquisa. Para minha surpresa, me deparei com um link que mostrava a
porcentagem muito grande de computadores e monitores jogados fora – cerca
de 200 milhões por dia. Quando vi aquele número, me assustei e, naquele
momento, pensei como poderia ajudar o meio-ambiente.
Foi aí que pesquisei mais sobre como eu poderia fazer alguma doação ou
ajudar a criar um grupo de militantes contra o lixo eletrônico. Mas será que isso
seria possível, depois de uma época em que as pessoas não ligam para os
computadores? Será que isso valeria a pena? Olhamos a nossa “geração cabeça
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