Alex Duarte, com as atrizes Tatiana Monteiro e Daniela Escobar, na premiação do Los Angeles Brazilian Fim Festival. Abaixo, momentos da Premiere, com Tânia Zambon, Babi Xavier e Fernanda Honorato
Instituto Tânia Zambon apoia este projeto
Sim, é possível ser feliz, quebrar barreiras e preconceitos. Não é à toa que o filme se baseia neste mote. Mudança de conceitos e paradigmas é uma das principais ações defendidas e propagadas pelo Instituto Tânia Zambon. Nas palavras de Alex Duarte, Dra. Tânia Zambon e Michael Lopes D’ Ávila foram pessoas indispensáveis em toda essa trajetória e fizeram com que o Cromossomo 21 acontecesse.“ Graças a esses dois grandes mestres, eu tive a honra de lutar pela inclusão social no Brasil. Representamos nosso país ano passado na Organização das Nações Unidas( ONU), mas se não fossem eles, com certeza, este projeto não teria chegado tão logo às telas de cinema”, reforça o diretor do longa-metragem.
Para a Dra. Tânia Zambon, se tem alguém que merece um Oscar é Alex Duarte.“ Todo mundo sabe o que é a arte no Brasil, como é uma luta incessante. Aos 16 anos, Alex botou uma mochila nas costas, foi ao Haiti filmar crianças comendo bolacha de barro, sempre tendo esse viés na veia.
Esse ser abençoado e iluminado me ganhou quando questionou as pessoas se elas tinham alguém com síndrome de down em suas famílias, se conheciam alguém assim, o que leva um jovem a lutar por uma causa que não é sua”, disse a Dra. Tânia Zambon. Michael Lopes D’ Ávila reforça dizendo que só quem está nos bastidores sabe da luta que foi a equipe estar aonde chegou.“ Quando acreditamos e fazemos as coisas acontecerem, elas realmente acontecem. O projeto faz nos tornarmos pessoas melhores e o mundo é pequeno para Alex Duarte. Esse filme tem tudo para ser um grande sucesso”, disse o CEO do ITZ. Alex frisou que cinema não se faz sozinho e agradeceu a todos os apoiadores que abraçaram esta causa.
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